Nesta semana em que os Estados Unidos relembram os 10 anos da tragédia de Columbine, quando dois alunos de uma High School do Colorado entraram na escola atirando aleatoriamente e depois se mataram, a escola da Tati passou um vídeo sobre a história da primeira aluna que foi morta nesse incidente, Rachel Scott.
Inspirados pelo diário da menina, seus pais criaram uma espécie de fundação e passam vídeos sobre a tragédia nas escolas do país para divulgar palavras e ações de boa vontade, incutindo nas crianças valores que podem vir a prevenir tragédias semelhantes no futuro.
Aqui vai o vídeo sobre a matéria que passou esta semana num telejornal daqui, mostrando a escola da Tati - Plaza Vista - alguns alunos do ensino fundamental (ela não aparece na matéria) e a diretora da escola, falando sobre a ação dos pais da Rachel. Infelizmente o áudio está em inglês sem legendas.
http://www.myfoxla.com/dpp/news/local/Students_Meeting_Rachels_Challenge_20090420
Fonte: youtube.com
PS: O sobrenome do repórter é coincidência! :)
sexta-feira, 24 de abril de 2009
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Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirRê,
ResponderExcluirNão dá para entender como a auto-afirmação chega a esse nível. O que se passa na cabeça desses meninos? Os valores de moral, de princípios, de amor ao próximo e, especialmente, de respeito à vida estão cada vez mais relativizados pelo consumismo desenfreado e por coisas que tem tão pouco valor...triste.
Bj
Lili, vivendo aqui dá pra entender - ou melhor, para supor melhor - o que acontece na cabeça de pessoas que entram num recinto abrindo fogo, como tristemente acontece aqui volta e meia. Acho que entender mesmo o porquê de uma atitude assim eu nunca vou conseguir...
ResponderExcluirA sociedade americana é muito diferente da nossa. Eles tem um apreço enorme pela individualidade e pelo espaço de cada um. Nas escolas, desde bem pequenos, precisam aprender a respeitar o espaço alheio e a se comportar conforme o ambiente e a situação exigem. É meio tolerância zero, o povo olha feio pra vc se seu filho está sendo inconveniente, não importa a idade que ele/a tenha.
Aqui, as crianças ouvem muito mais "nãos" do que aí. Existem regras que devem ser obedecidas e ponto.
E ninguém me tira da cabeça que esses tiroteios malucos são, em grande parte, frutos de uma educação rígida, em que a criança desde cedo é muito tolhida. Some-se a isso os outros fatores que vc citou, aí vira um coquetel molotov.
Enfim, isso pode até explicar, mas não justifica.
Nossa gente, vivo ensaiando pra ver esse documentário e entender direito o que de fato aconteceu... Sempre curti muito adolescentes, o mundo deles, e muito me preocupa esses desvios. Meninas, tô tão em falta com o mundo que só hoje vi esse post! Beijos e sigamos em frente, não podemos desanimar jamais...
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