25/1/1927, Rio de Janeiro (RJ)
8/12/1994, Nova York, EUA
Da Página 3 Pedagogia & Comunicação
Reprodução
Tom Jobim: Garota de Ipanema foi a canção que lhe trouxe sucesso internacional
Tom Jobim é citado como uma espécie de fundador arquetípico da nacionalidade brasileira na seguinte canção de Chico Buarque: "O meu pai era paulista / Meu avô, pernambucano / O meu bisavô, mineiro / Meu tataravô, baiano / Meu maestro soberano / Foi Antonio Brasileiro.".
Não é para menos.Antonio Carlos Brasileiro Jobim nasceu na Tijuca, no Rio de Janeiro. Aos quatro anos de idade, mudou-se com os pais para a Zona Sul, passando a morar no bairro de Ipanema e depois em Copacabana. Atraído pela música, fez estudos de piano com o professor Hans Joachim Koellreuter, no colégio cuja diretora era sua mãe, dona Nilza.
Passou no vestibular para arquitetura, mas cursou apenas dois anos. Em 1949, casou-se com Thereza Hermanny, com quem teve dois filhos, Paulo e Elizabeth.Arranjou emprego como pianista da Rádio Clube do Brasil e logo passou a tocar em bares. Para garantir a sobrevivência, trabalhava como arranjador para a gravadora Continental.
Suas primeiras composições incluíram parcerias famosas com Newton Mendonça, que seria seu parceiro em "Desafinado", e Billy Blanco, com quem comporia seu primeiro grande sucesso, "Tereza da Praia".
Apresentado a Vinícius de Moraes pelo crítico Lucio Rangel, Tom Jobim foi convidado a compor as melodias de "Orfeu da Conceição", peça que estreou em 1956.
Elisete Cardoso gravou "Canção do Amor Demais" em 1958, que sinalizou uma parceria próspera entre Vinícius e Jobim. Já reconhecido como um dos maiores compositores brasileiros, Jobim escreveu uma sinfonia dedicada a Brasília.
Em 1959, recebeu a Palma de Ouro, em Cannes, e o Oscar pela trilha sonora do filme "Orfeu Negro", dirigido por Albert Camus, inspirado em "Orfeu da Conceição".
Tom Jobim compôs com Vinícius de Morais, em 1963, a música que o tornaria mundialmente famoso, "Garota de Ipanema", uma espécie de hino brasileiro que recebeu centenas de gravações. Em 1967, compôs "Wave", também uma canção de grande impacto.
Na década de 1970, Tom casou-se pela segunda vez, com a fotógrafa Ana Beatriz Lontra, na época com apenas 19 anos, com quem teve dois filhos, João Francisco e Maria Luiza.
Com uma bem-sucedida carreira de shows, gravações, entrevistas e homenagens, Tom Jobim dividia-se entre o Brasil e os Estados Unidos.
Em 1993, vários compositores, entre eles Herbie Hancock e Ron Carter, fizeram um tributo a Tom Jobim, no Free Jazz Festival, em São Paulo. Ainda nesse ano, Jobim lançou um novo álbum, "Antonio Brasileiro", com participação de Dorival Caymmi e Sting. Depois de se apresentar em duas ocasiões no Carnegie Hall, em Nova York, Tom Jobim fez seu último show em Jerusalém, em 1994.
Acometido de problemas circulatórios, realizou uma série de exames, ao fim dos quais foi constatado um câncer na bexiga. Jobim foi operado no Mount Sinai Medical Center, em Nova York, no dia 6 de dezembro de 1994. Dois dias depois, teve uma parada respiratória e faleceu. Seu corpo foi transferido para o Brasil e enterrado no Rio de Janeiro.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Finalmente cheguei!
Noooossa... Nem acredito no que estou fazendo: corrida, bem na hora do almoço, estou postando no nosso blog! Sim, porque agora ele é meu também! Deixei de ser passiva! Viva!
Depois escrevo decentemente. Por hora, deixo meus beijos para todas vocês.
Depois escrevo decentemente. Por hora, deixo meus beijos para todas vocês.
Será que consegui????
Meninas,
muita calma nessa hora: tô tensa. Será que consegui entrar nesse troço?
Vou postar só pra testar.
Que os santos do blog me abençoem!
muita calma nessa hora: tô tensa. Será que consegui entrar nesse troço?
Vou postar só pra testar.
Que os santos do blog me abençoem!
sábado, 31 de outubro de 2009
Comunidade Brasileira em Savannah - Link
Dri, tomei a liberdade de incluir o blog que voce indicou - dos brasileiros que moram na regiao de Savannah, Georgia - aqui no Diablogar. Esta do lado direito da nossa pagina inicial. Vamos poder acompanhar um pouco das peripecias de voces aqui na terra do Tio Sam!
Sempre que voces quiserem incluir algum blog legal aqui, basta ir a PERSONALIZAR (no topo da pagina, a direita), vai abrir outra pagina dizendo "Adicionar e organizar elementos da página" com um quadrinho de lay-out abaixo. Do lado do quadrinho, cliquem em EDITAR na opcao "Minha lista de blogs".
Vai abrir um pop-up: "Configurar minha lista de blogs". Procurem uma caixinha azul, abaixo da lista de blogs ja existente: "adicionar a lista", e cliquem nela. Vai abrir outro pop-up com um espaco para voces inserirem o URL (endereco eletronico) do blog que voces querem incluir. Voila!
Parece complicado, mas se seguirem o passo a passo eh mais facil do que parece. Alias, sintam-se a vontade para isso, ta?
Beijos e Happy Halloween!!
Sempre que voces quiserem incluir algum blog legal aqui, basta ir a PERSONALIZAR (no topo da pagina, a direita), vai abrir outra pagina dizendo "Adicionar e organizar elementos da página" com um quadrinho de lay-out abaixo. Do lado do quadrinho, cliquem em EDITAR na opcao "Minha lista de blogs".
Vai abrir um pop-up: "Configurar minha lista de blogs". Procurem uma caixinha azul, abaixo da lista de blogs ja existente: "adicionar a lista", e cliquem nela. Vai abrir outro pop-up com um espaco para voces inserirem o URL (endereco eletronico) do blog que voces querem incluir. Voila!
Parece complicado, mas se seguirem o passo a passo eh mais facil do que parece. Alias, sintam-se a vontade para isso, ta?
Beijos e Happy Halloween!!
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Publicidade para se pensar
O texto e longo mas vale a pena. Sei que a maioria de nos se distanciou bastante do que um dia todas tivemos em comum - a Publicidade - mas eu, como apaixonada que sou pela Comunicacao de forma geral, achei valido trazer isso pra voces.
Aqui esta o link: http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11864
Espero que gostem!
Aqui esta o link: http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11864
Espero que gostem!
Brasileiros em Savannah e Regiao
Neste final de semana, organizamos o primeiro Churrasco Brasileiro visando promover o encontro de brasileiros, familias de brasileiros e amigos do Brasil. Foi uma delicia! Mais de 50 pessoas compareceram, incluindo varias criancas. Muita gente conheceu muita gente!
E ainda saboreamos deliciosos pratos tipicos como farofa, vinagrete, brigadeiro, mousse de maracuja, maionese, pudim de leite condensado, bolos caseiros e muito mais! A caipirinha tambem fez sucesso!
Para quem gosta de churrasco, todos elogiaram! Eu, como uma boa vegetariana, fiquei na salada e, e claro, nos doces!
Visitem o blog que criamos para a Comunidade Brasileira de Savannah e Regiao www.brasilsavannah.blogspot.com Ta cheio de foto legal!!!
E ainda saboreamos deliciosos pratos tipicos como farofa, vinagrete, brigadeiro, mousse de maracuja, maionese, pudim de leite condensado, bolos caseiros e muito mais! A caipirinha tambem fez sucesso!
Para quem gosta de churrasco, todos elogiaram! Eu, como uma boa vegetariana, fiquei na salada e, e claro, nos doces!
Visitem o blog que criamos para a Comunidade Brasileira de Savannah e Regiao www.brasilsavannah.blogspot.com Ta cheio de foto legal!!!
domingo, 25 de outubro de 2009
Da janela lateral...
...do quarto de dormir.
Sim, eu adoro Beto Guedes. Ate fui ver um show dele em Sampa, super emotivo, a mae do cara tinha morrido uns dias antes. E ele jogou tudo de la, de cima do palco, no colo da plateia.
Tadinho.
Mas este post nao eh pra falar de Beto Guedes, e sim para falar da minha nova vista, que vejo da minha cama, no meu novo quarto de dormir, na minha nova casa, para onde nos mudamos ha exatamente uma semana.
Daqui, de onde passo a maior parte do tempo dos meus dias, vejo uma mata com uma pista de trekking. Mata mesmo. E hoje - grata surpresa - vi pela primeira vez um dos "bambis" que habitam aqui perto. Parecia uma crianca, chamando o Henrique para compartilhar da surpresa comigo. Pena as meninas nao estarem em casa naquele momento para ver tambem.
Mas eles voltarao. Ja sabia da presenca deles, porque os vizinhos ja tinham nos contado e porque meu pai viu a familia completa - sao 3 ao todo - ha algumas semanas.
Alem de bambis, sei tambem que tem coiotes. Ainda nao os vi nem os ouvi. Tambem nao estou fazendo muita questao disso. Mas que venham. Ou melhor, que nao cheguem muito perto. Sei que os invasores aqui somos nos, mas podemos tentar estabelecer uma relacao de respeito mutuo, cada um no seu quadrado. Certo?
E assim passo meus dias de convalescenca. Estao sendo dias muito bons, muito felizes e cercada de carinho, cuidados, atencao. Dias de sol, alegria e paz interior. De contemplacao, agradecimento e planos, muitos planos.
Sim, eu adoro Beto Guedes. Ate fui ver um show dele em Sampa, super emotivo, a mae do cara tinha morrido uns dias antes. E ele jogou tudo de la, de cima do palco, no colo da plateia.
Tadinho.
Mas este post nao eh pra falar de Beto Guedes, e sim para falar da minha nova vista, que vejo da minha cama, no meu novo quarto de dormir, na minha nova casa, para onde nos mudamos ha exatamente uma semana.
Daqui, de onde passo a maior parte do tempo dos meus dias, vejo uma mata com uma pista de trekking. Mata mesmo. E hoje - grata surpresa - vi pela primeira vez um dos "bambis" que habitam aqui perto. Parecia uma crianca, chamando o Henrique para compartilhar da surpresa comigo. Pena as meninas nao estarem em casa naquele momento para ver tambem.
Mas eles voltarao. Ja sabia da presenca deles, porque os vizinhos ja tinham nos contado e porque meu pai viu a familia completa - sao 3 ao todo - ha algumas semanas.
Alem de bambis, sei tambem que tem coiotes. Ainda nao os vi nem os ouvi. Tambem nao estou fazendo muita questao disso. Mas que venham. Ou melhor, que nao cheguem muito perto. Sei que os invasores aqui somos nos, mas podemos tentar estabelecer uma relacao de respeito mutuo, cada um no seu quadrado. Certo?
E assim passo meus dias de convalescenca. Estao sendo dias muito bons, muito felizes e cercada de carinho, cuidados, atencao. Dias de sol, alegria e paz interior. De contemplacao, agradecimento e planos, muitos planos.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
De volta
Nao acredito que ninguem posta aqui desde o inicio de setembro! Ah nao, voltei com vontade de me atualizar sobre voces, venho correndo pra ca (apos um breve lapso de memoria - nao sabia se o endereco do Diablogar terminava em .net ou .com).
Enfim, meninas, estou voltando aos pouquinhos ao mundo virtual e real, mas com vontade de novo! Quero falar, escrever, participar... Tenho tanto pra contar pra voces! Muita coisa mesmo, umas boas e outras nem tanto, que estou descobrindo e vivenciando no meio desse turbilhao todo por que estou passando. Aos poucos vou conseguir dividir com voces minhas experiencias. Por ora, fico por aqui, deixando um grande beijo a todas e agradecendo todas as vibracoes positivas.
Acessem o nosso blog para saber dos meus ultimos devaneios!! ;)
Enfim, meninas, estou voltando aos pouquinhos ao mundo virtual e real, mas com vontade de novo! Quero falar, escrever, participar... Tenho tanto pra contar pra voces! Muita coisa mesmo, umas boas e outras nem tanto, que estou descobrindo e vivenciando no meio desse turbilhao todo por que estou passando. Aos poucos vou conseguir dividir com voces minhas experiencias. Por ora, fico por aqui, deixando um grande beijo a todas e agradecendo todas as vibracoes positivas.
Acessem o nosso blog para saber dos meus ultimos devaneios!! ;)
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Aqui estou !
Queridas,
Depois de longo e tenebroso inverno, felizmente consegui incluir-me como "postadora", se é que vcs me entendem, desse canal maravilhoso de comunicação. Sinto muita, muita saudade de cada uma de vocês.
Um grande beijo.
Val.
Depois de longo e tenebroso inverno, felizmente consegui incluir-me como "postadora", se é que vcs me entendem, desse canal maravilhoso de comunicação. Sinto muita, muita saudade de cada uma de vocês.
Um grande beijo.
Val.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Tenho uma loja em Firenze
sábado, 8 de agosto de 2009
Youtube é memória
Vejam só o que eu achei! Quem não se lembra?
http://www.youtube.com/watch?v=xHwf9PKwIF0&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=xHwf9PKwIF0&feature=related

quarta-feira, 29 de julho de 2009
MINHAS AVENTURAS NA CALIFA
Fiquei tão feliz quando vi, finalmente, que alguém consegue escrever meu nome direito por essas bandas (mesmo esse alguém não sendo daqui...)!!!


segunda-feira, 20 de julho de 2009
CRIANÇA FALA CADA COISA...
Meninas, estou inaugurando neste momento uma série sobre as coisinhas engraçadas que nossas crianças dizem. E vou começar com uma que a Gabi soltou ontem e que achei hilária:
-Filha, qual dos seus apelidos você gosta mais? Gabi, Bibi, Pequena, Tuc Tuc (esse eu inventei na hora)...
-"Tuc Tuc"
- Ah, mas eu adoro te chamar de pequena.
_"Pequena? Eu nao sou mais pequena, sou menina grande. Ja faço cocô no vaso!"
Depois dessa, falar o que, né?
-Filha, qual dos seus apelidos você gosta mais? Gabi, Bibi, Pequena, Tuc Tuc (esse eu inventei na hora)...
-"Tuc Tuc"
- Ah, mas eu adoro te chamar de pequena.
_"Pequena? Eu nao sou mais pequena, sou menina grande. Ja faço cocô no vaso!"
Depois dessa, falar o que, né?
sábado, 18 de julho de 2009
CINEMA LÁGRIMAS
Como não poderia deixar de ser, já estou eu aqui de novo falando de cinema. Nunca acreditei em ressocialização de preso. Até assistir o filme MEU NOME NÃO É JOHNNY, que conta a história baseada em fatos reais de João Guilherme Estrella, interpretada pelo nada mais nada menos que meu ídolo Selton Mello. João Guilherme é filho de classe média do Rio de Janeiro, menino muito bem criado, exceto pelo fato do pai ser um tanto quanto condescendente as suas vontades. Mas ele erra tentando acertar, eis que estimula o filho a batalhar pelo que quer, quando diz que não vai dar o peixe, mas ensiná-lo a pescar. João Guilherme se transforma no maior vendedor de drogas do Rio de Janeiro, é condenado à prisão e cumpre a pena. Chorei um bocado com a cena dele saindo do presídio, redimido, acompanhado dos verdadeiros amigos (os poucos que restaram) e passeando pela cidade do Rio de Janeiro. Selton Mello transmite perfeitamente aquela sensação de liberdade depois de tanto tempo enclausurado. Dali em diante, ele demonstra que abandonou o crime. Essa é uma exceção à regra, mas que serviu de esperança ao meu ceticismo. Ontem vi outra película que fala do pós prisão. Ótimo, por sinal. HÁ TANTO TEMPO QUE TE AMO, um drama francês que relata a vida de Juliette Fontaine, uma médica interpretada pela maravilhosa Kristin Scott Thomas (aquela, que fez o Paciente Inglês), que ficou presa durante 15 anos por ter matado o próprio filho, de 6 anos. O filme começa com a sua saída da prisão. Ela é bem feia no início do filme. Já viu que gente ruim é feia? Fria, amargurada, distante, não dá papo. Vai morar na casa da irmã Léa, interpretada pela ilustre desconhecida Elsa Zylberstein, mais nova, que foi obrigada pelos pais a esquecer que tinha irmã, é casada, mora com o marido, o sogro, que perdeu a fala em decorrência de um derrame e tem duas filhas adotadas. Adotou porque não quis gerar um filho, talvez pelo trauma vivido com Juliette. Aquele reinício, a busca por emprego, o fato de não saber lidar com a sobrinha mais velha, enfim, a reinserção na vida em sociedade (não que dentro dos muros dos presídios não haja uma sociedade) é muito bem retratada, de maneira complicada, como de fato deve ser. Ela tem que conviver inclusive com o suicídio do policial que cuidava da sua condicional e com quem tinha estabelecido certa afinidade. A gente sente com ela aquela solidão. Kristin Scott Thomas nos envolve com sua falta de delicadeza em alguns momentos de forma impressionante. Ela é tão dura que passamos a ficar com medo do seu passado obscuro. Afinal, quem seria capaz de matar o próprio filho? Mas, do meio para o fim, ela vai demonstrando ter sensibilidade, ser gente, sentir amor e, por isso, vai ficando cada vez mais bonita. Linda, por sinal! O final é surpreendente. O filme mereceu concorrer ao Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro, ao Urso em Berlim e a outros diversos prêmios que concorreu e ganhou, destaque para César de melhor atriz coadjuvante para Elsa Zylberstein e ao BAFTA de filme estrangeiro. Vale a pena conferir. O nome do filme foi inspirado na música interpretada por Jean-Louis Aubert, Dis quand reviendras-tu?, que pode ser ouvida pelo link.
terça-feira, 14 de julho de 2009
ERA UMA CASA...NÃO TINHA NADA...
Oi Meninas!
Noticiei aqui outro dia a minha gravidez. Tristemente, agora também sou portadora desta nada boa nova: não tem mais baby.
Há + ou – 10 dias, fiz uma ecografia que acusou não haver embrião. Pelas contas, eu estaria com 2 meses e já deveria aparecer um pequeno ser batendo coração. Dentro de mim, tinha o “aparato” todo (saco gestacional etc). A casa estava sendo construída, mas o morador jamais viria.
Três dias depois, nova ecografia confirmou o quadro e me submeti a uma curetagem.
Demorei um pouco p/ contar no blog. Estava me refazendo desse golpe do destino que a vida me reservou. Preferi atribuir esse evento a um plano maior de Deus, cujo alcance ainda está fora minha insignificante compreensão humana.
Os familiares ficaram meio...”ah? não tem mais bebê?”. Afinal, a minha grande família andava num inferno astral e a vinda de um nenê era a boa notícia.
Mas agora estou beleza. Ficar de baixo astral não é muito comigo e tento superar os contratempos e as infelicidades me ocupando de outros afazeres e prazeres.
E nossa vida por aqui continua.
Beijocas a todas!!!
Lili
Noticiei aqui outro dia a minha gravidez. Tristemente, agora também sou portadora desta nada boa nova: não tem mais baby.
Há + ou – 10 dias, fiz uma ecografia que acusou não haver embrião. Pelas contas, eu estaria com 2 meses e já deveria aparecer um pequeno ser batendo coração. Dentro de mim, tinha o “aparato” todo (saco gestacional etc). A casa estava sendo construída, mas o morador jamais viria.
Três dias depois, nova ecografia confirmou o quadro e me submeti a uma curetagem.
Demorei um pouco p/ contar no blog. Estava me refazendo desse golpe do destino que a vida me reservou. Preferi atribuir esse evento a um plano maior de Deus, cujo alcance ainda está fora minha insignificante compreensão humana.
Os familiares ficaram meio...”ah? não tem mais bebê?”. Afinal, a minha grande família andava num inferno astral e a vinda de um nenê era a boa notícia.
Mas agora estou beleza. Ficar de baixo astral não é muito comigo e tento superar os contratempos e as infelicidades me ocupando de outros afazeres e prazeres.
E nossa vida por aqui continua.
Beijocas a todas!!!
Lili
segunda-feira, 6 de julho de 2009
COMO SER SOLTEIRO (A) EM BRASÍLIA
Tem uma música, intitulada “Solteiro no Rio de Janeiro”, que o Cidade Negra toca e que é trilha sonora do divertido filme “Como ser Solteiro”, que diz assim:
“Solteiro no Rio de Janeiro
Parado em qualquer praia
Sou solto em qualquer lugar
Tira a camisa, esse clima tá de abafar
Liberem suas delícias, parado não dá pra ficar
Movimentos circulares, zona sul de bar em bar
São bocas em todo lugar
São bocas em todo lugar
Solteiro no Rio de Janeiro
Parado em qualquer praia
Sou solto em qualquer lugar
Corpos malhados, sorrisos talhados
Só flerte, só affair
Corpos malhados, sorrisos talhados
Só flerte, só affair
Chamego divertido, um clima meio libertino
De sol, de sal de mar
De sol, de sal de mar
De sol, de sal de mar”
Lá no Rio é assim mesmo... Bocas em todo lugar, gente sem camisa, todo mundo liberando suas delícias. Flerte então, nem se fala. Uma quase libertinagem!!! Ô lugar legal! Eu indico como tratamento pra elevar a auto-estima!!! Rs.
Em Brasília é diferente. O povo daqui é mais comedido. Até demais. Nas baladas, especialmente no início delas, o pessoal nem se olha, nem se fala, cada um na sua. O negócio começa a fluir depois de muita bebida e sei lá que outras coisas mais... Ah! Aí a galera fica dada, solta, liberada... Eu, particularmente, nesse momento, dou o fora! Ninguém merece conversa de doido!
Um amigo disse que no show de sábado do Festival de Inverno de Brasília o vocalista do Fundo de Quintal tava empolgado, tentando animar o público, que tava “daquele jeito”, sem muita demonstração de carinho...
Isso não facilita em nada as coisas para nós, os solteiros de Brasília.
Participei de um grupo (quase) terapêutico, de um encontro só, com cerca de trinta pessoas, num café muito agradável da Asa Sul, pra tratar do assunto (des)encontros amorosos, onde só entrava solteiro. Durante os vários temas abordados, uns bastante interessantes, ficou evidenciado que o povo de Brasília é muito solitário. Isso pode não ser novidade, mas é uma tragédia romana! E não é privilégio de Brasília. As ocupações nossas de cada dia impedem um estreitamento das relações. Isso somado ao medo de se deparar com um (a) maluco (a), do (a) qual o mundo tá cheio, retrai todo mundo que está disponível. Eu, hein! Tem cada história escabrosa!!!
É uma pena.
Mas aprendi a lidar com esse jeito brasiliense de ser. Mesmo porque eu sou brasiliense e também possuo essa característica, inicialmente bem na minha... Quem não conhece até compra... Rsrsrs.
Resta-nos, ainda bem, colar nas diversas tribos aqui existentes. Que não são poucas! Tem a tribo dos patinadores, dos pedais, dos adeptos do turismo natureza, dos yogues, dos chicleteiros e suas diversas variações, dos bombadinhos das academias, dos baladeiros, dos forrozeiros, dos salseiros, dos dançarinos de música sertaneja, dos intelectuais, dos participantes de clubes de leitura, dos que “se acham”, enfim, tem grupo pra todo gosto.
E o brasiliense é feliz assim, sem conhecer o vizinho mesmo. Pega o carro e se desloca quilômetros a fio pra encontrar a sua tribo. Nem fica sabendo do que a galera da quadra em que mora gosta. Considero isso como a lei do menor esforço. Mesmo porque aguentar vizinho chato deve exigir muito esforço. E se uma tribo não agrada mais, é só trocar de tribo e de chip de celular. Daí ninguém mais acha você, né, brasiliense!?
Mas, apesar de, eu amo Brasília e não me mudaria daqui pra lugar nenhum. Os amigos que aqui fiz e faço são um legado sem precedentes. E que Deus os conserve! E eu também...
Quanto à solteirice, aconselho, minhas amigas bem casadas, que permaneçam nessa condição. A vida aqui fora é um tumulto só!!! Né não, Dri Barbosa??? Rsrsrs.
“Solteiro no Rio de Janeiro
Parado em qualquer praia
Sou solto em qualquer lugar
Tira a camisa, esse clima tá de abafar
Liberem suas delícias, parado não dá pra ficar
Movimentos circulares, zona sul de bar em bar
São bocas em todo lugar
São bocas em todo lugar
Solteiro no Rio de Janeiro
Parado em qualquer praia
Sou solto em qualquer lugar
Corpos malhados, sorrisos talhados
Só flerte, só affair
Corpos malhados, sorrisos talhados
Só flerte, só affair
Chamego divertido, um clima meio libertino
De sol, de sal de mar
De sol, de sal de mar
De sol, de sal de mar”
Lá no Rio é assim mesmo... Bocas em todo lugar, gente sem camisa, todo mundo liberando suas delícias. Flerte então, nem se fala. Uma quase libertinagem!!! Ô lugar legal! Eu indico como tratamento pra elevar a auto-estima!!! Rs.
Em Brasília é diferente. O povo daqui é mais comedido. Até demais. Nas baladas, especialmente no início delas, o pessoal nem se olha, nem se fala, cada um na sua. O negócio começa a fluir depois de muita bebida e sei lá que outras coisas mais... Ah! Aí a galera fica dada, solta, liberada... Eu, particularmente, nesse momento, dou o fora! Ninguém merece conversa de doido!
Um amigo disse que no show de sábado do Festival de Inverno de Brasília o vocalista do Fundo de Quintal tava empolgado, tentando animar o público, que tava “daquele jeito”, sem muita demonstração de carinho...
Isso não facilita em nada as coisas para nós, os solteiros de Brasília.
Participei de um grupo (quase) terapêutico, de um encontro só, com cerca de trinta pessoas, num café muito agradável da Asa Sul, pra tratar do assunto (des)encontros amorosos, onde só entrava solteiro. Durante os vários temas abordados, uns bastante interessantes, ficou evidenciado que o povo de Brasília é muito solitário. Isso pode não ser novidade, mas é uma tragédia romana! E não é privilégio de Brasília. As ocupações nossas de cada dia impedem um estreitamento das relações. Isso somado ao medo de se deparar com um (a) maluco (a), do (a) qual o mundo tá cheio, retrai todo mundo que está disponível. Eu, hein! Tem cada história escabrosa!!!
É uma pena.
Mas aprendi a lidar com esse jeito brasiliense de ser. Mesmo porque eu sou brasiliense e também possuo essa característica, inicialmente bem na minha... Quem não conhece até compra... Rsrsrs.
Resta-nos, ainda bem, colar nas diversas tribos aqui existentes. Que não são poucas! Tem a tribo dos patinadores, dos pedais, dos adeptos do turismo natureza, dos yogues, dos chicleteiros e suas diversas variações, dos bombadinhos das academias, dos baladeiros, dos forrozeiros, dos salseiros, dos dançarinos de música sertaneja, dos intelectuais, dos participantes de clubes de leitura, dos que “se acham”, enfim, tem grupo pra todo gosto.
E o brasiliense é feliz assim, sem conhecer o vizinho mesmo. Pega o carro e se desloca quilômetros a fio pra encontrar a sua tribo. Nem fica sabendo do que a galera da quadra em que mora gosta. Considero isso como a lei do menor esforço. Mesmo porque aguentar vizinho chato deve exigir muito esforço. E se uma tribo não agrada mais, é só trocar de tribo e de chip de celular. Daí ninguém mais acha você, né, brasiliense!?
Mas, apesar de, eu amo Brasília e não me mudaria daqui pra lugar nenhum. Os amigos que aqui fiz e faço são um legado sem precedentes. E que Deus os conserve! E eu também...
Quanto à solteirice, aconselho, minhas amigas bem casadas, que permaneçam nessa condição. A vida aqui fora é um tumulto só!!! Né não, Dri Barbosa??? Rsrsrs.
domingo, 5 de julho de 2009
AINDA SOBRE ELE...
Esperei uns dias até postar aqui sobre a morte de Michael Jackson. Eu sei, eu sei, estamos todos sofrendo de overdose de notícias a respeito da saída de cena mais chocante e inesperada do show biz desde Elvis Presley, talvez. Então, para aquelas que já estiverem fartas de tanta falação sobre ele, aviso, pois sou amiga: não se sintam constrangidas. Podem parar de ler agora, pois aqui está um relato de uma fã bem exagerada, melosa e verborrágica.
Talvez alguém te pergunte, um dia, "onde você estava quando Michael Jackson morreu"? Bom, eu me lembro exatamente o meu estado de espírito quando ouvi a notícia que até agora parece não ter "caído" na minha cachola. Meu dia já estava meio estressante. Henrique viajando (pra variar, quando acontece algo "grande"), tinha passado o dia envolvida com meu carro, que misteriosamente morrera na noite anterior, felizmente na garagem de casa. Depois de tentar reanimá-lo com a famosa "chupeta", ajudada por um amigo aqui do condomínio, dei por encerrada todas as tentativas de ressuscitação automobilística e fui renovar nossa carteira do AAA (não tem nada a ver com Alcoólicos Anônimos, hein gente? É tipo o Touring no Brasil).
Cheguei em casa com as meninas lá pelas 4 da tarde, exausta e com calor. Arrumei alguma coisa pra elas se entreterem e fui vegetar no sofa, tentar relaxar antes de arrumar o jantar. Ligo a TV no Jornal Nacional e a primeira coisa que ouço da Fátima Bernardes é: "Em instantes, mais detalhes sobre a morte de Michael Jackson". Acho que soltei um What the Fuck? instintivo e meu corpo se arrepiou todinho.
Como assim, Michael Jackson morreu? Não pode. Não dá. De manhã já tinha lido que a Farrah Fawcett tinha finalmente descansado da luta contra o câncer. E agora ELE? Apesar da incredulidade - Fátima Bernardes só pode ter lido errado o teleprompter! - estava cansada demais pra ligar o computador e começar a ler sobre isso. Simplesmente continuei chapada no sofá e esperei o casal telejornal continuar contando aquela história absurda.
Durante o intervalo do JN, liguei pro Henrique pra tentar confirmar a notícia. Liguei, liguei e nada. Durante 2 horas fiquei tentando contactá-lo e não consegui. Cheguei a pensar que ele também tinha tido um treco ao ouvir a notícia, pois era fã de carteirinha. Fiquei aliviada quando ele finalmente ligou de volta, sem saber de nada, porque estava no cinema... E ficou tão chocado quanto eu, quanto todo mundo.
Michael Jackson foi meu primeiro ídolo. E eu sou daquelas fãs chatas que, quando gosta, consome TUDO sobre o cara ou a banda. Quero dizer, hoje não, que não tenho mais paciência pra isso, mas na época... No início dos anos 80, na minha vida, só dava Michael Jackson. Disco, poster, bottom, camiseta, revista e o que mais inventassem, caía nas minhas garras. Uma tia que vinha sempre aos EUA ajudava a alimentar esse vício, levando pra mim tudo o que ela encontrava pelo caminho. E como eu gostava!
As músicas dele, ainda hoje, mexem comigo. Beat It, Rock With You, Don't Stop 'til You Get Enough, Thriller... Me arrepiam todas as vezes que escuto. E como tenho dançado ao som de Michael Jackson desde o dia 25! Tenho tentado recuperar o tempo em que fiquei meio anestesiada sem ele na cena musical mundial, acachapado pelas tantas bizarrices que adotou em sua vida e que creditaram a ele. Essa mesma mídia que agora diz chorar sua morte ajudou a enterrá-lo ainda em vida. Patético.
Mas falemos do ídolo. Achei um texto do Bruno Mazzeo (eu e a cultura de massa: quem me conhece de verdade, sabe como é intrincado e simbiótico esse relacionamento) que conseguiu traduzir em palavras o que senti desde quando ouvi a notícia até agora. Parece que ainda não caiu a ficha. Aqui nos EUA a overdose continua. Todos os dias, invariavelmente, tem algum "especial" passando sobre a vida dele.
Ontem decidi me registrar para concorrer a 2 ingressos para o show-tributo que farão aqui em Los Angeles na terça-feira. Um misto de animação e angústia me acompanham desde então. Sem dúvida é um lugar onde eu quero e não quero estar ao mesmo tempo, pois se o objetivo é celebrar a vida do astro que mudou o cenário musical mundial - e isso ninguém se atreve a discutir - também será a constatação de uma realidade que os fãs até agora resistem a reconhecer - que o homem está morto.
Nos anos 90, quando ele e Madonna decidiram ir ao Brasil num intervalo muito curto entre um e outro, Henrique e eu tivemos que decidir qual dos shows assistir. Como ainda morávamos em Bsb, seria muita grana ir pros dois. Então, Michael Jackson ganhou e fomos assistí-lo em Sampa, no Morumba, maravilhados com O Cara, sua performance, suas músicas e seu espetáculo, digno de ser chamado SHOW. Ana Paula Arósio estava lá, bem pertinho da gente. Ela e milhares de anônimos que, como nós, cantou e dançou durante mais de 2 horas.
Bom gente, vou parando por aqui porque sei que estou ficando chata. Eu sei, sim. Mas na verdade, e de verdade, o sentimento é genuíno. A sensação é de que uma parte da minha vida se foi um pouquinho com a morte dele. Foi-se porque aquele que me encantou tanto durante uma época já não existe mais, ao menos no plano físico. O ídolo, o primeiro ídolo, aquele que um dia foi tao grande em minha vida e me despertou para a música e para a dança - mesmo tendo ficado esquecidinho durante um tempo - já não respira.
Como dizia Cazuza: "Meus heróis morreram de overdose". A morte dele não deixou de ser isso. Uma overdose de analgésicos, anestésicos. Uma vida de exageros. Exagero de talento, de abuso, de bizarrice, de plástica, de escândalos. Exagero de sucesso e de infelicidade. Agora espero que ele encontre a paz que não teve em vida. E que não o transformem num novo Elvis, com personificações mal feitas por todos os lados. Que ele, finalmente, descanse.
Naquele dia 25 eu não chorei. Mas depois disso, já chorei um pouquinho sim, pensando nele e em tudo o que sofreu em vida. Pensando em seus filhos, que agora passarão por um turbilhão mesquinho. E chorei um pouco por mim também, por ver que a vida é isso aí. A gente nasce, cresce, se reproduz e morre mesmo. Às vezes nem consegue cumprir esse roteiro. Não tem pra onde correr. Ninguém fica prá trás! Nem quem a gente chegou a considerar, um dia, imortal.
O link pro blog do Bruno Mazzeo: http://bloglog.globo.com/brunomazzeo/#
(O título do post é "THE ONE").
Talvez alguém te pergunte, um dia, "onde você estava quando Michael Jackson morreu"? Bom, eu me lembro exatamente o meu estado de espírito quando ouvi a notícia que até agora parece não ter "caído" na minha cachola. Meu dia já estava meio estressante. Henrique viajando (pra variar, quando acontece algo "grande"), tinha passado o dia envolvida com meu carro, que misteriosamente morrera na noite anterior, felizmente na garagem de casa. Depois de tentar reanimá-lo com a famosa "chupeta", ajudada por um amigo aqui do condomínio, dei por encerrada todas as tentativas de ressuscitação automobilística e fui renovar nossa carteira do AAA (não tem nada a ver com Alcoólicos Anônimos, hein gente? É tipo o Touring no Brasil).
Cheguei em casa com as meninas lá pelas 4 da tarde, exausta e com calor. Arrumei alguma coisa pra elas se entreterem e fui vegetar no sofa, tentar relaxar antes de arrumar o jantar. Ligo a TV no Jornal Nacional e a primeira coisa que ouço da Fátima Bernardes é: "Em instantes, mais detalhes sobre a morte de Michael Jackson". Acho que soltei um What the Fuck? instintivo e meu corpo se arrepiou todinho.
Como assim, Michael Jackson morreu? Não pode. Não dá. De manhã já tinha lido que a Farrah Fawcett tinha finalmente descansado da luta contra o câncer. E agora ELE? Apesar da incredulidade - Fátima Bernardes só pode ter lido errado o teleprompter! - estava cansada demais pra ligar o computador e começar a ler sobre isso. Simplesmente continuei chapada no sofá e esperei o casal telejornal continuar contando aquela história absurda.
Durante o intervalo do JN, liguei pro Henrique pra tentar confirmar a notícia. Liguei, liguei e nada. Durante 2 horas fiquei tentando contactá-lo e não consegui. Cheguei a pensar que ele também tinha tido um treco ao ouvir a notícia, pois era fã de carteirinha. Fiquei aliviada quando ele finalmente ligou de volta, sem saber de nada, porque estava no cinema... E ficou tão chocado quanto eu, quanto todo mundo.
Michael Jackson foi meu primeiro ídolo. E eu sou daquelas fãs chatas que, quando gosta, consome TUDO sobre o cara ou a banda. Quero dizer, hoje não, que não tenho mais paciência pra isso, mas na época... No início dos anos 80, na minha vida, só dava Michael Jackson. Disco, poster, bottom, camiseta, revista e o que mais inventassem, caía nas minhas garras. Uma tia que vinha sempre aos EUA ajudava a alimentar esse vício, levando pra mim tudo o que ela encontrava pelo caminho. E como eu gostava!
As músicas dele, ainda hoje, mexem comigo. Beat It, Rock With You, Don't Stop 'til You Get Enough, Thriller... Me arrepiam todas as vezes que escuto. E como tenho dançado ao som de Michael Jackson desde o dia 25! Tenho tentado recuperar o tempo em que fiquei meio anestesiada sem ele na cena musical mundial, acachapado pelas tantas bizarrices que adotou em sua vida e que creditaram a ele. Essa mesma mídia que agora diz chorar sua morte ajudou a enterrá-lo ainda em vida. Patético.
Mas falemos do ídolo. Achei um texto do Bruno Mazzeo (eu e a cultura de massa: quem me conhece de verdade, sabe como é intrincado e simbiótico esse relacionamento) que conseguiu traduzir em palavras o que senti desde quando ouvi a notícia até agora. Parece que ainda não caiu a ficha. Aqui nos EUA a overdose continua. Todos os dias, invariavelmente, tem algum "especial" passando sobre a vida dele.
Ontem decidi me registrar para concorrer a 2 ingressos para o show-tributo que farão aqui em Los Angeles na terça-feira. Um misto de animação e angústia me acompanham desde então. Sem dúvida é um lugar onde eu quero e não quero estar ao mesmo tempo, pois se o objetivo é celebrar a vida do astro que mudou o cenário musical mundial - e isso ninguém se atreve a discutir - também será a constatação de uma realidade que os fãs até agora resistem a reconhecer - que o homem está morto.
Nos anos 90, quando ele e Madonna decidiram ir ao Brasil num intervalo muito curto entre um e outro, Henrique e eu tivemos que decidir qual dos shows assistir. Como ainda morávamos em Bsb, seria muita grana ir pros dois. Então, Michael Jackson ganhou e fomos assistí-lo em Sampa, no Morumba, maravilhados com O Cara, sua performance, suas músicas e seu espetáculo, digno de ser chamado SHOW. Ana Paula Arósio estava lá, bem pertinho da gente. Ela e milhares de anônimos que, como nós, cantou e dançou durante mais de 2 horas.
Bom gente, vou parando por aqui porque sei que estou ficando chata. Eu sei, sim. Mas na verdade, e de verdade, o sentimento é genuíno. A sensação é de que uma parte da minha vida se foi um pouquinho com a morte dele. Foi-se porque aquele que me encantou tanto durante uma época já não existe mais, ao menos no plano físico. O ídolo, o primeiro ídolo, aquele que um dia foi tao grande em minha vida e me despertou para a música e para a dança - mesmo tendo ficado esquecidinho durante um tempo - já não respira.
Como dizia Cazuza: "Meus heróis morreram de overdose". A morte dele não deixou de ser isso. Uma overdose de analgésicos, anestésicos. Uma vida de exageros. Exagero de talento, de abuso, de bizarrice, de plástica, de escândalos. Exagero de sucesso e de infelicidade. Agora espero que ele encontre a paz que não teve em vida. E que não o transformem num novo Elvis, com personificações mal feitas por todos os lados. Que ele, finalmente, descanse.
Naquele dia 25 eu não chorei. Mas depois disso, já chorei um pouquinho sim, pensando nele e em tudo o que sofreu em vida. Pensando em seus filhos, que agora passarão por um turbilhão mesquinho. E chorei um pouco por mim também, por ver que a vida é isso aí. A gente nasce, cresce, se reproduz e morre mesmo. Às vezes nem consegue cumprir esse roteiro. Não tem pra onde correr. Ninguém fica prá trás! Nem quem a gente chegou a considerar, um dia, imortal.
O link pro blog do Bruno Mazzeo: http://bloglog.globo.com/brunomazzeo/#
(O título do post é "THE ONE").
sexta-feira, 3 de julho de 2009
DEVANEIOS DE UMA FÃ DE CINEMA - By Chris Zago
Sou fã de carteirinha do Selton Melo e, sempre que tenho oportunidade, me enfio num cinema. Juntando essa fome com essa vontade de comer é que fui ver os dois últimos filmes estrelados por ele, que estão passando na telona e que ora indico: Mulher Invisível e Jean Charles. O primeiro narra a história fictícia (ainda bem... Rs) de um homem que cria uma mulher perfeita (Puxa vida! A Luana Piovani tá mais que perfeita naquele filme, eu hein!? Sai pra lá!!!!!) depois de uma baita desilusão amorosa com a esposa, que o deixa por um alemão em razão de sentir-se invisível perante o marido (Selton Melo). Essa criação psicológica é o que eu chamo de canalizar um sentimento. Mas esse tema não é novidade, pois há sei lá quantos anos vi um filme intitulado “Mulher Nota Mil” em que uns adolescentes inventam essa tal mulher perfeita. Deve ser sonho masculino. E, claro, feminino, pois quantas de nós não queríamos juntar a personalidade de um, o corpo de outro, o bom humor de outro, o alto astral de outro, a maneira de dançar daquele outro, o cavalheirismo daquele lá adiante, a tranquilidade de outro, a paixão arrebatadora daquele acolá, o amor incondicional do outro e, por fim, curtir o resultado? Quantas de nós? Mas, sejamos realistas e reservemos essas “viagens” para o cinema, né não!? Homem de verdade tem defeitos mesmo, fazer o quê? Os perfeitos são gays. Rs. O outro filme, Jean Charles, que acabei de ver, narra a história baseada em fatos reais de um mineirinho pobre e gente fina nascido no ano de 1978 que vai batalhar a vida em Londres, dá uma força a um monte de parente lá e, por ser confundido com um terrorista, é morto pela polícia daquele País no ano de 2005. O personagem do Selton Melo é brilhante, mas o que me chamou muito a atenção foi a questão vivida pela prima dele, da qual esqueci o nome (quem me conhece bem sabe que não costumo gravar nomes...). Ela chega a Londres toda “enquadradinha”, vai morar com o primo e trabalhar fazendo de tudo num restaurante cujos donos são italianos, depois consegue um emprego de garçonete por meio de um amigo muito lindo e também estrangeiro naquele país (a quem dispensa por ter namorado no Brasil) e vive de mal-humor (é assim que se escreve?) por ter-se arrependido de largar a vidinha do “interiorrrrr” em Gonzaga/MG, cidade de Jean Charles, perto de Governador Valadares/MG. Ademais, defende a ideia de que está lá só pra trabalhar. Depois da morte de Jean Charles, ela retorna a sua terrinha, retoma o antigo emprego de secretária de dentista e é pedida em casamento pelo namorado. O filme retrata bem os momentos em que ela se vê meio que sem lugar no seu local de origem, diante da “mediocridade” da sua rotina e da pobreza de espírito das moças da sua idade, cujas conversas ressaltam o falar da vida alheia. Quem aguenta isso??? Três anos depois, lá está ela em Londres, solteiríssima e de mochilão nas costas, partindo para a viagem da sua vida, com destinos incertos, mas para diversos países antes mencionados por Jean Charles, idealizador desse sonho. Eu me realizei nela. Não tive muitas oportunidades na vida antes de ser escolhida pela minha atual profissão e talvez por falta de conhecimento nunca cavei uma oportunidade, como é de se esperar de alguém que tem muita vontade. Até hoje não pisei em solo europeu ou asiático ou africano ou da Oceania (seria solo oceânico? Rs), lugares que quem sabe um dia ainda vou conhecer na qualidade de mochileira, se Deus quiser! A propósito, fora do Brasil, esse País mais que lindo e do qual pretendo conhecer muuuuuuitos lugares, só fui ao Paraguai (e nem foi pra comprar muamba...), Argentina e Chile, perdi a chance de ser feliz lá no Peru com Valeska e Rodolfo e, infelizmente, não passa disso. Acho que um dia vou ser uma mochileira velha, daquelas bem enrugadas mesmo, mas com muita disposição, para estar em locais em que alimento sonhos de conhecer. Só não vou me aventurar sete anos no Tibet, já que nem sei se a idade vai permitir. Só se o Brad Pitt estiver lá. Ah! Aí a gente arranja disposição!!! Rsrsrs...
sábado, 27 de junho de 2009
NÚMERO 3 A BORDO
Meninas,
No auge dos meus 38 anos, quando estou me despedindo do ciclo fértil...outro baby está a caminho para fechar a etapa da formação da família!!! Isso mesmo, lá vem o número três! Coragem? Não sei. Mas aconteceu e pronto!
Desde os vinte e alguns anos, ando experimentando a maternidade bem espaçadamente. Fui mãe pela primeira vez com 25 anos, depois com 30 e agora aos 38! Já tinha me esquecido completamente das fraldas, mamadeiras, banhos, horários e noites sem dormir...para isso servem os nove meses: preparar o bebê fisicamente e a mãe também, inclusive psicologicamente!
Tive um probleminha esses dias e o médico me colocou de molho por 10 dias!!!
Queria compartilhar com vocês essa novidade!
A família tá curtindo muito!
Bjo
No auge dos meus 38 anos, quando estou me despedindo do ciclo fértil...outro baby está a caminho para fechar a etapa da formação da família!!! Isso mesmo, lá vem o número três! Coragem? Não sei. Mas aconteceu e pronto!
Desde os vinte e alguns anos, ando experimentando a maternidade bem espaçadamente. Fui mãe pela primeira vez com 25 anos, depois com 30 e agora aos 38! Já tinha me esquecido completamente das fraldas, mamadeiras, banhos, horários e noites sem dormir...para isso servem os nove meses: preparar o bebê fisicamente e a mãe também, inclusive psicologicamente!
Tive um probleminha esses dias e o médico me colocou de molho por 10 dias!!!
Queria compartilhar com vocês essa novidade!
A família tá curtindo muito!
Bjo
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Relatos da Crise Financeira
Puxa, quase um mês sem nenhum post... Aqui as coisas andam bem. Corridas, como sempre. Tati entrou em férias na semana passada e as aulas recomeçam no final de julho. Sem planos de viajar, ficaremos desfrutando (d)o verão da Califa. Ainda bem que aqui não faltam opções de lazer.
Esta semana será bem chata pra mim. Duas vizinhas de quem eu gosto muito estão indo embora de vez para seus países de origem.
A primeira, que está nos EUA há 15 anos e chegou aqui no condomínio antes de nós, está voltando para o Líbano. Neste exato momento em que atualizo o blog, às 22:30, o caminhão de mudança deles continua sendo carregado. Está aqui desde esta manhã.
Ela e o marido decidiram voltar para lá devido à crise americana. Não sei detalhes, não quis perguntar, mas imagino que o marido tenha perdido o emprego ou que tenha tido corte no salário. Para uma família com 3 filhos, nesta região onde moramos, fica mesmo muito difícil suportar. Vão embora amanhã para Los Angeles e embarcam para Beirute nesta sexta-feira.
Fiquei com muita pena quando soube, a cerca de um mês, que iriam se mudar. Egoistamente falando, perderei vizinhos tranquilos cujos filhos brincam com as minhas meninas. Os três nascidos aqui. A mais velha, Jasmine, com 10 anos, é a doçura em pessoa. Ela e a Tati se dão super bem.
Pena também por terem que optar: a segurança, que tem o seu preço a peso de ouro ou o lar, que cobra mais caro ainda. Líbano não é brinquedo, ainda mais agora, que vira e mexe volta a aparecer no noticiário mundial por causa de uma guerra intermitente. Tudo que posso fazer - e já fiz - é desejar e torcer para que tenham mais sucesso lá do que aqui e que estejam em segurança. Não posso nem imaginar que eles possam estar no meio de uma fatalidade. Meus olhos se enchem d'água e chega a me dar um aperto no coração.
A outra família, também muito querida, está voltando para a França. Ficaram aqui apenas 1 ano e 2 meses, mas fizemos uma amizade super boa. Como nós, eles tem 2 meninas, a mais velha de 6 e a menorzinha com quase 3 anos. Uns amores, também brincam demais com a Tati e a Gabi. A situação deles é bem melhor que a do primeiro casal, mas ainda assim, os planos da empresa que os trouxe pra cá era de deixá-los aqui por até 5 anos. Por causa da crise mundial fizeram uma contra-proposta que não lhes deu outra opção senão voltarem para Lille bem antes do previsto. Estão também bastante chateados. Embarcam de volta para casa no domingo.
Até agora a crise não nos pegou (toc toc toc na madeira pra continuar assim). Mas seus efeitos estão por toda parte. Lojas vazias ou com plaquinhas de "final days", maridos de amigas minhas com corte salarial, contatos do Henrique em férias coletivas SEM remuneração por até 3 semanas... A coisa tá feia.
A cada notícia de empresas gigantes quebrando ou em vias de, me dá um arrepio na espinha. Sim, porque apesar de não sentir pena de gestores perdulários e incompetentes, essas companhias empregam muita gente. Sem falar em empresas menores, prestadoras de serviço, que dependem dessas gigantes. É o famoso efeito dominó, com proporções assustadoras.
Mas mesmo com todo esse cenário, tenho esperança de que a situação pelo menos se estabilize logo. Digo se estabilize pois ainda acho que não chegamos ao fundo do poço. Continuamos em queda livre e sem paraquedas (dúvida de sempre: com ou sem -) ou rede de proteção. Só quando tocarmos o pé no fundo saberemos a dimensão do "estrago".
Esta semana será bem chata pra mim. Duas vizinhas de quem eu gosto muito estão indo embora de vez para seus países de origem.
A primeira, que está nos EUA há 15 anos e chegou aqui no condomínio antes de nós, está voltando para o Líbano. Neste exato momento em que atualizo o blog, às 22:30, o caminhão de mudança deles continua sendo carregado. Está aqui desde esta manhã.
Ela e o marido decidiram voltar para lá devido à crise americana. Não sei detalhes, não quis perguntar, mas imagino que o marido tenha perdido o emprego ou que tenha tido corte no salário. Para uma família com 3 filhos, nesta região onde moramos, fica mesmo muito difícil suportar. Vão embora amanhã para Los Angeles e embarcam para Beirute nesta sexta-feira.
Fiquei com muita pena quando soube, a cerca de um mês, que iriam se mudar. Egoistamente falando, perderei vizinhos tranquilos cujos filhos brincam com as minhas meninas. Os três nascidos aqui. A mais velha, Jasmine, com 10 anos, é a doçura em pessoa. Ela e a Tati se dão super bem.
Pena também por terem que optar: a segurança, que tem o seu preço a peso de ouro ou o lar, que cobra mais caro ainda. Líbano não é brinquedo, ainda mais agora, que vira e mexe volta a aparecer no noticiário mundial por causa de uma guerra intermitente. Tudo que posso fazer - e já fiz - é desejar e torcer para que tenham mais sucesso lá do que aqui e que estejam em segurança. Não posso nem imaginar que eles possam estar no meio de uma fatalidade. Meus olhos se enchem d'água e chega a me dar um aperto no coração.
A outra família, também muito querida, está voltando para a França. Ficaram aqui apenas 1 ano e 2 meses, mas fizemos uma amizade super boa. Como nós, eles tem 2 meninas, a mais velha de 6 e a menorzinha com quase 3 anos. Uns amores, também brincam demais com a Tati e a Gabi. A situação deles é bem melhor que a do primeiro casal, mas ainda assim, os planos da empresa que os trouxe pra cá era de deixá-los aqui por até 5 anos. Por causa da crise mundial fizeram uma contra-proposta que não lhes deu outra opção senão voltarem para Lille bem antes do previsto. Estão também bastante chateados. Embarcam de volta para casa no domingo.
Até agora a crise não nos pegou (toc toc toc na madeira pra continuar assim). Mas seus efeitos estão por toda parte. Lojas vazias ou com plaquinhas de "final days", maridos de amigas minhas com corte salarial, contatos do Henrique em férias coletivas SEM remuneração por até 3 semanas... A coisa tá feia.
A cada notícia de empresas gigantes quebrando ou em vias de, me dá um arrepio na espinha. Sim, porque apesar de não sentir pena de gestores perdulários e incompetentes, essas companhias empregam muita gente. Sem falar em empresas menores, prestadoras de serviço, que dependem dessas gigantes. É o famoso efeito dominó, com proporções assustadoras.
Mas mesmo com todo esse cenário, tenho esperança de que a situação pelo menos se estabilize logo. Digo se estabilize pois ainda acho que não chegamos ao fundo do poço. Continuamos em queda livre e sem paraquedas (dúvida de sempre: com ou sem -) ou rede de proteção. Só quando tocarmos o pé no fundo saberemos a dimensão do "estrago".
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Trilha Sonora
Música. Sempre fez e sempre fará parte da minha vida! Não consigo dirigir sem um "barulhinho bom". Música boa, sem rótulos, a que mais combinar com o estado de espírito do momento. Agora mesmo, enquanto escrevo, estou passando umas pro meu iPod (desculpa aí, periferia!). Não sei por que demorei tanto a abrir o meu baú da felicidade.
Entre os CDs que separei para incluir no iTunes estão Bob Marley e meu all-time favorite desde a adolescência: The Cure. Gente, quando escuto o Robert Smith, volto aos anos 80 na hora! Volto pra Zoom, pra casa dos meus pais, pro Leonardo da Vinci. Isso sem falar nos...bem...aham..."paquerinhas" que - sorry, Henrique - fizeram parte da minha vida, da minha história, mas que agora são apenas boas lembranças. Aquelas que fazem um sorrisinho aparecer no rosto toda vez que nos lembramos delas.
Com essa minha cara de "anjo", fui bem dark nos anos 80. Minha mãe quase tinha um treco quando abria meu armário e só via roupa preta. Amava as bandas inglesas e tinha certeza de que um dia moraria em Londres. Ouvia muito The Cure, The Smiths, Echo and the Bunnymen, Siouxsie and the Banshees, U2 (irlandeses e maravilhosos até hoje) e por aí vai.
A trilha sonora da minha vida é bem maior do que essa, mas sem dúvida esses grupos conseguem me mandar de volta pra melhor época da minha vida. Sem amargura, adoro ser adulta - com todas as dores e delícias - mas os anos 80 foram os anos em que começamos a descobrir o mundo. E foi ótimo!!
Pra matar as saudades, deixo com vocês um vídeo de uma das minhas músicas preferidas da época (cliquem no título do post). Uma música que eu não consigo escutar sem dançar muito!
Entre os CDs que separei para incluir no iTunes estão Bob Marley e meu all-time favorite desde a adolescência: The Cure. Gente, quando escuto o Robert Smith, volto aos anos 80 na hora! Volto pra Zoom, pra casa dos meus pais, pro Leonardo da Vinci. Isso sem falar nos...bem...aham..."paquerinhas" que - sorry, Henrique - fizeram parte da minha vida, da minha história, mas que agora são apenas boas lembranças. Aquelas que fazem um sorrisinho aparecer no rosto toda vez que nos lembramos delas.
Com essa minha cara de "anjo", fui bem dark nos anos 80. Minha mãe quase tinha um treco quando abria meu armário e só via roupa preta. Amava as bandas inglesas e tinha certeza de que um dia moraria em Londres. Ouvia muito The Cure, The Smiths, Echo and the Bunnymen, Siouxsie and the Banshees, U2 (irlandeses e maravilhosos até hoje) e por aí vai.
A trilha sonora da minha vida é bem maior do que essa, mas sem dúvida esses grupos conseguem me mandar de volta pra melhor época da minha vida. Sem amargura, adoro ser adulta - com todas as dores e delícias - mas os anos 80 foram os anos em que começamos a descobrir o mundo. E foi ótimo!!
Pra matar as saudades, deixo com vocês um vídeo de uma das minhas músicas preferidas da época (cliquem no título do post). Uma música que eu não consigo escutar sem dançar muito!
domingo, 24 de maio de 2009
" A Vida é um Demorado Adeus"
Juntar Simone de Beauvoir com Fernanda Montenegro é covardia. Leiam a entrevista que saiu na revista Bravo! e tirem as conclusões de vocês. Para isso, basta clicar no título deste post. Eu BABEI!!
A propósito, terminei de ler Tête à Tête e valeu à pena. Me emocionei em vários momentos, inclusive quando fechei o livro pela última vez. Quero mais!
A propósito, terminei de ler Tête à Tête e valeu à pena. Me emocionei em vários momentos, inclusive quando fechei o livro pela última vez. Quero mais!
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quarta-feira, 20 de maio de 2009
Parabéns Lili
Lili queridona!!
Parabéns pelo seu dia.
Que ele tenha sido surpreendente e feliz.
E que essa felicidade se transforme em muitos dias especiais
para você, ao longo da sua nova idade.
Beijo enorme no coração.
Te admiro muito.
Paty
Parabéns pelo seu dia.
Que ele tenha sido surpreendente e feliz.
E que essa felicidade se transforme em muitos dias especiais
para você, ao longo da sua nova idade.
Beijo enorme no coração.
Te admiro muito.
Paty
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Shake it Up! A experiência de um terremoto.
Ontem à noite a terra tremeu novamente aqui no sul da Califórnia. É uma sensação bem esquisita. Desde que nos mudamos pra cá, há 8 anos, já "pegamos" terremoto algumas vezes, sempre fraco, felizmente. O epicentro do de ontem, no entanto, foi o mais perto daqui de casa até agora, apesar de não tão perto.
Eu estava sentada no sofá da nossa sala, as meninas dormindo: a Gabi em seu quarto, a Tati no meu (Henrique está viajando, a Tati me faz companhia). Eu estava terminando meu lanche e pronta para assistir o episódio de 2 horas de "Desperate Housewives", season finale. De repente, sinto um negócio estranho. A impressão que me dá é que estou em cima de um tapete que está sendo puxado para os lados. O movimento que sentimos é de deslocamento lateral. Dá uma certa tontura bem de leve.
Num ímpeto, assim que me toquei que era um terremoto, levantei e fiquei embaixo do "batente" da porta do meu quarto, na dúvida se acordava as meninas e as colocava debaixo do meu braço, ou se esperava para colocar os pensamentos em ordem e ver o tamanho do estrago.
Optei pela segunda alternativa, já que a sensação de tremelique da terra já tinha passado e agora só meu corpo continuava tremendo, mas de nervoso. Chamei a Tati baixinho, pra ver se ela estava acordada. Ela estava, e um pouco assustada. Me perguntou o que estava acontecendo. Eu corri pra perto dela, peguei-a nos braços e avisei que tinha sido um "terremotozinho bobo". (situação sui generis, pra dizer o mínimo).
Ela rapidamente me disse: "pode deixar mamãe, eu sei o que fazer: temos que ir pra debaixo da mesa para nos proteger!" E antes que ela fosse colocar isso em prática, avisei: não aqui em casa, que a nossa mesa é de vidro (obs.: comprar uma mesa de jantar de madeira URGENTE). Então, eu a instruí a ficar embaixo do batente da porta caso acontecesse de novo.
Enquanto forçava o Tico e o Teco (leia-se meus queridos neurônios) para funcionar, liguei para uma amiga para confirmar o ocorrido. Caixa-postal. Liguei para mais uma amiga, que confirmou na hora. Conversamos um pouco, rimos de nervoso e do absurdo de se morar num lugar com terremoto, enquanto eu ia separando umas mudas de roupas minhas e das meninas.
Separei roupas, água em garrafinhas e peguei uma lanterna. Lembrei que o carro fica na garagem embaixo do nosso apê. Resolvi tirá-lo de lá e deixá-lo dormir numa vaga ao ar livre, caso eu precisasse sair no meio da noite com as meninas (por que é que essas coisas sempre acontecem de noite, hein Mr. Murphy?). Vai que o portão da garagem emperra ou que a casa cai (literalmente) em cima do carro. As coisas mais absurdas passam pela nossa cabeça, mas é melhor pecar por excesso do que por omissão. Aproveitei e já deixei a bolsa com as roupas e a água no carro, para o caso de uma fuga.
É tudo muito rápido, alguns segundos, mas o suficiente para nos deixar tremendo de susto por mais um tempo. O terremoto de ontem durou entre 10 a 15 segundos, foi de 4.7 na escala Richter com epicentro em Hawthorne, Los Angeles, a uns 40 minutos aqui de casa. Nenhuma morte ou ferimento foi registrado.
http://earthquake.usgs.gov/eqcenter/
Eu estava sentada no sofá da nossa sala, as meninas dormindo: a Gabi em seu quarto, a Tati no meu (Henrique está viajando, a Tati me faz companhia). Eu estava terminando meu lanche e pronta para assistir o episódio de 2 horas de "Desperate Housewives", season finale. De repente, sinto um negócio estranho. A impressão que me dá é que estou em cima de um tapete que está sendo puxado para os lados. O movimento que sentimos é de deslocamento lateral. Dá uma certa tontura bem de leve.
Num ímpeto, assim que me toquei que era um terremoto, levantei e fiquei embaixo do "batente" da porta do meu quarto, na dúvida se acordava as meninas e as colocava debaixo do meu braço, ou se esperava para colocar os pensamentos em ordem e ver o tamanho do estrago.
Optei pela segunda alternativa, já que a sensação de tremelique da terra já tinha passado e agora só meu corpo continuava tremendo, mas de nervoso. Chamei a Tati baixinho, pra ver se ela estava acordada. Ela estava, e um pouco assustada. Me perguntou o que estava acontecendo. Eu corri pra perto dela, peguei-a nos braços e avisei que tinha sido um "terremotozinho bobo". (situação sui generis, pra dizer o mínimo).
Ela rapidamente me disse: "pode deixar mamãe, eu sei o que fazer: temos que ir pra debaixo da mesa para nos proteger!" E antes que ela fosse colocar isso em prática, avisei: não aqui em casa, que a nossa mesa é de vidro (obs.: comprar uma mesa de jantar de madeira URGENTE). Então, eu a instruí a ficar embaixo do batente da porta caso acontecesse de novo.
Enquanto forçava o Tico e o Teco (leia-se meus queridos neurônios) para funcionar, liguei para uma amiga para confirmar o ocorrido. Caixa-postal. Liguei para mais uma amiga, que confirmou na hora. Conversamos um pouco, rimos de nervoso e do absurdo de se morar num lugar com terremoto, enquanto eu ia separando umas mudas de roupas minhas e das meninas.
Separei roupas, água em garrafinhas e peguei uma lanterna. Lembrei que o carro fica na garagem embaixo do nosso apê. Resolvi tirá-lo de lá e deixá-lo dormir numa vaga ao ar livre, caso eu precisasse sair no meio da noite com as meninas (por que é que essas coisas sempre acontecem de noite, hein Mr. Murphy?). Vai que o portão da garagem emperra ou que a casa cai (literalmente) em cima do carro. As coisas mais absurdas passam pela nossa cabeça, mas é melhor pecar por excesso do que por omissão. Aproveitei e já deixei a bolsa com as roupas e a água no carro, para o caso de uma fuga.
É tudo muito rápido, alguns segundos, mas o suficiente para nos deixar tremendo de susto por mais um tempo. O terremoto de ontem durou entre 10 a 15 segundos, foi de 4.7 na escala Richter com epicentro em Hawthorne, Los Angeles, a uns 40 minutos aqui de casa. Nenhuma morte ou ferimento foi registrado.
http://earthquake.usgs.gov/eqcenter/
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Um presente virtual para vocês!
Estou aqui buscando inspiração para este começo de fim de semana e coloquei o CD do Renato Russo em italiano, Equilíbrio Distante, sempre uma ótima pedida.
Ouço e me emociono, sempre! Resolvi mandar uma das minhas músicas favoritas deste CD de presente pra vocês. Divirtam-se!
http://www.youtube.com/watch?v=KVTiDJYpmSk&feature=related
Ouço e me emociono, sempre! Resolvi mandar uma das minhas músicas favoritas deste CD de presente pra vocês. Divirtam-se!
http://www.youtube.com/watch?v=KVTiDJYpmSk&feature=related
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Meninas,
Vejam no link do youtube o vídeo de uma música do último CD do meu irmão Márcio ("Um Rio").
A música conta a triste história da Tribo Kanoê, cujos os índios foram dizimados, restando apenas um homem e seu casal de filhos, sem possibilidade de perpetuar a Tribo.
A música é linda!
Bjo
Lili
http://www.youtube.com/watch?v=0XV3XuhFVxs&feature=channel_page
Vejam no link do youtube o vídeo de uma música do último CD do meu irmão Márcio ("Um Rio").
A música conta a triste história da Tribo Kanoê, cujos os índios foram dizimados, restando apenas um homem e seu casal de filhos, sem possibilidade de perpetuar a Tribo.
A música é linda!
Bjo
Lili
http://www.youtube.com/watch?v=0XV3XuhFVxs&feature=channel_page
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Papo Sério
Nesta semana em que os Estados Unidos relembram os 10 anos da tragédia de Columbine, quando dois alunos de uma High School do Colorado entraram na escola atirando aleatoriamente e depois se mataram, a escola da Tati passou um vídeo sobre a história da primeira aluna que foi morta nesse incidente, Rachel Scott.
Inspirados pelo diário da menina, seus pais criaram uma espécie de fundação e passam vídeos sobre a tragédia nas escolas do país para divulgar palavras e ações de boa vontade, incutindo nas crianças valores que podem vir a prevenir tragédias semelhantes no futuro.
Aqui vai o vídeo sobre a matéria que passou esta semana num telejornal daqui, mostrando a escola da Tati - Plaza Vista - alguns alunos do ensino fundamental (ela não aparece na matéria) e a diretora da escola, falando sobre a ação dos pais da Rachel. Infelizmente o áudio está em inglês sem legendas.
http://www.myfoxla.com/dpp/news/local/Students_Meeting_Rachels_Challenge_20090420
Fonte: youtube.com
PS: O sobrenome do repórter é coincidência! :)
Inspirados pelo diário da menina, seus pais criaram uma espécie de fundação e passam vídeos sobre a tragédia nas escolas do país para divulgar palavras e ações de boa vontade, incutindo nas crianças valores que podem vir a prevenir tragédias semelhantes no futuro.
Aqui vai o vídeo sobre a matéria que passou esta semana num telejornal daqui, mostrando a escola da Tati - Plaza Vista - alguns alunos do ensino fundamental (ela não aparece na matéria) e a diretora da escola, falando sobre a ação dos pais da Rachel. Infelizmente o áudio está em inglês sem legendas.
http://www.myfoxla.com/dpp/news/local/Students_Meeting_Rachels_Challenge_20090420
Fonte: youtube.com
PS: O sobrenome do repórter é coincidência! :)
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Plaza Vista,
Rachel Scott
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Changeling

http://www.youtube.com/watch?v=xwa2ncStjNw
Fonte: youtube.com
Ontem finalmente assisti em DVD o filme "Changeling" (ou "A Troca", em português). Com direção de Clint Eastwood e Angelina Jolie no papel principal da mãe solteira de um garotinho que é sequestrado, aviso quem ainda não viu: é preciso ter estômago!
Fonte: youtube.com
Ontem finalmente assisti em DVD o filme "Changeling" (ou "A Troca", em português). Com direção de Clint Eastwood e Angelina Jolie no papel principal da mãe solteira de um garotinho que é sequestrado, aviso quem ainda não viu: é preciso ter estômago!
terça-feira, 14 de abril de 2009
AMIZADE
A propósito...tenho lido aqui muitas reflexões, dizeres, desabafos. E devo admitir que estou apreciando a leitura! Percebo que as palavras exalam da alma, de nossa essência (Nossa! Eu achei isso de uma profundidade!).
Acabei por me lembrar do meu diário, aliás, da minha agenda, repleta de adesivos, canetinhas coloridas e códigos que encobriam meus segredos. Só mesmo a amiga ou a prima conquistava a missão que eu julgava ser a grande demonstração de amizade: ler a minha agenda!!
Então, as palavras que firmamos aqui refletem um pouco do nosso mais íntimo desejo: de sermos ouvidas (no caso, “lidas”) por uma amiga. E eu me sinto essa expectadora que, em silêncio, do outro lado da telinha consigo captar aquele momento ou sentimento, ainda que não tenha acontecido ou sentido no mesmo instante.
Gosto dos contos e das crônicas. Estou lendo “O retorno e o terno” (Rubens Alves) e uma delas, em especial, chamou minha atenção. Fala da amizade. Reproduzo aqui uns trechinhos, cuja abordagem achei bem interessante:
(...) Com o amigo é diferente. Não Preciso falar. Basta a alegria de estarem juntos, um ao lado do outro. Amigo é alguém cuja simples presença traz alegria independentemente do que se faça ou diga. A amizade anda por caminhos que não passam pelos programas.
(...) Um amigo é como aquela árvore. Vive de sua inutilidade. Pode até ser útil eventualmente, mas não é isso que o torna um amigo. Sua inútil e fiel presença silenciosa torna a nossa solidão uma experiência de comunhão. Diante do amigo sabemos que não estamos sós. E alegria maior não pode existir.
Bjos AMIGAS,
Lili
Acabei por me lembrar do meu diário, aliás, da minha agenda, repleta de adesivos, canetinhas coloridas e códigos que encobriam meus segredos. Só mesmo a amiga ou a prima conquistava a missão que eu julgava ser a grande demonstração de amizade: ler a minha agenda!!
Então, as palavras que firmamos aqui refletem um pouco do nosso mais íntimo desejo: de sermos ouvidas (no caso, “lidas”) por uma amiga. E eu me sinto essa expectadora que, em silêncio, do outro lado da telinha consigo captar aquele momento ou sentimento, ainda que não tenha acontecido ou sentido no mesmo instante.
Gosto dos contos e das crônicas. Estou lendo “O retorno e o terno” (Rubens Alves) e uma delas, em especial, chamou minha atenção. Fala da amizade. Reproduzo aqui uns trechinhos, cuja abordagem achei bem interessante:
(...) Com o amigo é diferente. Não Preciso falar. Basta a alegria de estarem juntos, um ao lado do outro. Amigo é alguém cuja simples presença traz alegria independentemente do que se faça ou diga. A amizade anda por caminhos que não passam pelos programas.
(...) Um amigo é como aquela árvore. Vive de sua inutilidade. Pode até ser útil eventualmente, mas não é isso que o torna um amigo. Sua inútil e fiel presença silenciosa torna a nossa solidão uma experiência de comunhão. Diante do amigo sabemos que não estamos sós. E alegria maior não pode existir.
Bjos AMIGAS,
Lili
domingo, 12 de abril de 2009
Feliz Páscoa!

FELIZ PÁSCOA!!!
O Coelhinho passou aqui por casa e nos deixou, além dos tradicionais ovinhos de chocolate, 4 pessoinhas bem especiais pra passar o feriado conosco: Cris, Fabiano, Mel e Bia!!!
Ele saiu daqui de casa carregando muitos beijinhos carinhosos e de chocolate para todas vocês e suas famílias,
De todos nós
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Re-começar
A vida é implacável.
Querendo ou não, a noite vem depois do dia que, invariavelmente, amanhece.
Adoro amanheceres.
Eles trazem uma energia nova para tudo.
Inclusive para assuntos velhos e pesadelos reticentes.
Amanheceres trazem novos pontos-de-vista.
É impressionante como às vezes passamos a noite a desenhar nosso próximo dia, maquinando, refletindo, encaixando uma coisa aqui, outra ali. Revivendo nossa trajetória, nossos "por fazer".
Noites escuras.
Aí vem o dia. E esclarece.
É tão bom poder começar.
Mesmo que seja um dia novo.
Cheio de possibilidades.
É tão bom poder re-começar.
Com uma nova idade.
E um tudo novo por fazer.
Obrigada queridas amigas, pelo carinho!
Querendo ou não, a noite vem depois do dia que, invariavelmente, amanhece.
Adoro amanheceres.
Eles trazem uma energia nova para tudo.
Inclusive para assuntos velhos e pesadelos reticentes.
Amanheceres trazem novos pontos-de-vista.
É impressionante como às vezes passamos a noite a desenhar nosso próximo dia, maquinando, refletindo, encaixando uma coisa aqui, outra ali. Revivendo nossa trajetória, nossos "por fazer".
Noites escuras.
Aí vem o dia. E esclarece.
É tão bom poder começar.
Mesmo que seja um dia novo.
Cheio de possibilidades.
É tão bom poder re-começar.
Com uma nova idade.
E um tudo novo por fazer.
Obrigada queridas amigas, pelo carinho!
terça-feira, 31 de março de 2009
Parabens, Paty Mezza

Querida Paty,
Um pouco de poesia para alegrar seu dia especial. Aproveite tudo!!!
Um beijo bem grande e carinhoso da
Re
*************************
BALÉ
(Adelia Prado)
"Vem de antes do sol
A luz que em tua pupila me desenha.
Aceito amar-me assim
Refletida no olhar com que me vês.
Ó ventura beijar-te,
Espelho que premido não estilhaça
E mais brilha porque chora
E choro de amor radia."
segunda-feira, 30 de março de 2009
Cheguei!!!
Oi meninas!
Agora sim. Autorizada a entrar, permanecer, palpitar no DIABLOGAR. Antes, estava só comendo pelas beiradas, entrando pelos fundos, uma espiada de penetra! Agora é diferente. Por favor, estendam o tapete vermelho para minha chegada triunfal pela porta da frente! Aqui estou, inteira a seu dispor! (hum! Parece até a música do RPM). Bjoks.
Agora sim. Autorizada a entrar, permanecer, palpitar no DIABLOGAR. Antes, estava só comendo pelas beiradas, entrando pelos fundos, uma espiada de penetra! Agora é diferente. Por favor, estendam o tapete vermelho para minha chegada triunfal pela porta da frente! Aqui estou, inteira a seu dispor! (hum! Parece até a música do RPM). Bjoks.
Comentário sobre o post da Dri Barbosa
Oi Dri, que bom que você conseguiu!!! Adorei o tópico, vamos ver se consigo condensar o que penso sobre isso...
(Meu comentário ficou tão enoooorme que resolvi transformá-lo em outro post. Que medo da minha verborragia!).
Acho que no momento está todo mundo meio perdido nos papéis que desempenha na vida, mesmo. Afinal, a nossa geração - que vem vendo mudanças a saltos enormes desde que nasceu - está experimentando na pele o que é vivenciar toda essa modernidade.
Mulher competindo em pé de igualdade com os homens no mercado de trabalho e na vida pessoal. Desde que o mundo é mundo, os homens desempenham basicamente um mesmo papel, que é o de prover. O homem das cavernas - doravante denominado Piteco - era o nosso herói: nos protegia de bichos e outros homens, caçava e trazia o nosso alimento, e era parte fundamental para procriação da espécie. Era a força bruta da casa, nosso escudo e senhor. Basicamente, essa era a função do homem na época. E até hoje, se pararmos para pensar cruamente, a função deles não mudou muito.
Já a mulher - desde o tempo das cavernas - fazia todo o resto. Era criada para isso. Cuidar da casa, engravidar, parir (sozinha?), cuidar dos filhos, cuidar do Piteco, transformar em alimento o bicho que ele trazia. Enfim, a gente sempre se virou e não percebia!
Só que ao longo dos tempos até anteontem (século XX), a mulher ouviu que era frágil física e intelectualmente. E essa idéia ficou arraigada tanto em homens quanto em nós, mulheres. Quando a mulher começou a perceber que a parte intelectual do nosso sexo era pura balela (na questão física, vamos dar um desconto), o homem - que nunca tinha parado pra pensar nisso - estremeceu."Como assim, ela dá conta também?" pensou Piteco, agora engravatado. E aí começou a nossa revolução:
Durante a Guerra, arregaçamos as mangas e fomos trabalhar nas fábricas, ocupando o lugar dos nossos homens que estavam nos campos de batalha e sem deixar a tarefa do lar de lado. Nos anos 60, queimamos sutiãns e nos 60/70 começamos a dar pra todo mundo! Nos anos 80, nossas mães vestiram aquelas ombreiras enormes - tal qual as dos jogadores de futebol americano - avisando seus pais, maridos e pares: sai da frente que estou passando! Nos anos 90: bom, aí cada uma pode escrever aqui a sua própria história. E hoje, senhoras e senhoritas, em pleno século XXI, ainda lutamos nas empresas por um salário igual ao dos homens ocupando o mesmo cargo que o nosso. Eu passei por isso em São Paulo. E ainda assim ganhamos, em média, 30% menos que eles**.
Isso tudo sem esquecer o "gramur": continuamos tendo que saber lavar, passar, cozinhar, cuidar dos filhos. Estar sempre arrumada, malhada, mãos e pés com esmaltes brilhando, cabelo impecável, sobrancelhas sem um único pelo saindo do lugar, depiladas e cheirosas! Ufa, nao há quem aguente. Eu, pelo menos, dô conta não!
O outro lado da moeda é verdadeiro, e disso eu posso falar de cadeira: as mulheres da nossa geração foram condicionadas a darem conta de tudo! E quando não dão, batem pino. Eu, passado um tempo de estar morando aqui nos EUA e não podendo trabalhar, quase pirei. Minhas emoções eram (e ainda são, só que bem menos frequentemente do que antes) uma montanha-russa. Um dia estava feliz, animada, no outro tinha que me esforçar para sair da cama. Mesmo depois que as meninas nasceram. Quantas e quantas vezes me senti uma ameba por não trabalhar. E olha que no meu caso era impedimento legal. Digo trabalho remunerado, pois em casa tenho que dar conta de tudo ao mesmo tempo agora e isso ainda não é suficiente pra mim! Enfim, nossa cabeça moderna também nos passa rasteiras.
Por isso tudo, acho que realmente alguns homens hoje em dia ainda se surpreendem com nossa flexibilidade. Mas nem tudo esta perdido! Alguns dos nossos contemporâneos não só não se surpreendem como apóiam e aplaudem nossa independência e nos ajudam. E percebam neste "ajudam", que é isso mesmo: ainda com toda essa carga de trabalho em cima das mulheres, os homens são coadjuvantes no terceiro turno, que é o de cuidar da casa e dos filhos.
Quem falta o trabalho quando o bebê adoece? Quem é que tem que providenciar/supervisionar a empregada-babá-diarista? Quem tem que pensar no cardápio da semana? Salve raras exceções e uma inversão de papéis que está chegando a passos bem lentos, somos nós mesmas.
Voltando aos nossos homens modernos: não sei precisar números, não sei se são minoria, acho que sim. Talvez por estarmos do lado deles, não se assustem tanto. Minhas amigas solteiras me contam que sim, eles tem muito medo de nós. E pelo fato de termos tanta liberdade e autonomia nos dias atuais, eles não nos levam tão a sério. Afinal, ir pra cama é tão fácil, quem quer compromisso? Pagamos pelas nossas conquistas de um modo ou de outro.
Olhem para seus maridos, namorados e pretês. Como eles se comportam?
Espero que não tenham se cansado. Me empolguei! Contem aí, como vocês enxergam o mundo de hoje?
** A primeira lei que Barack Obama assinou como presidente foi justamente uma que proíbe discriminação salarial (nao só de sexo, mas também raça, cor, religião, idade e "disability") : "The Lilly Ledbetter Fair Pay Act". http://www.youtube.com/watch?v=UtKAKlurRAY
Ele dedicou essa lei a sua avó e às mulheres que vieram antes dela, pois ela trabalhou duro porque queria o melhor para ele e para sua irmã, e dedicou também para suas filhas e as mulheres que vierem depois delas, para que não tenham limites em seus sonhos e que tenham possibilidades antes inimagináveis.
Não posso e não consigo disfarçar minha admiração por este homem!
(Meu comentário ficou tão enoooorme que resolvi transformá-lo em outro post. Que medo da minha verborragia!).
Acho que no momento está todo mundo meio perdido nos papéis que desempenha na vida, mesmo. Afinal, a nossa geração - que vem vendo mudanças a saltos enormes desde que nasceu - está experimentando na pele o que é vivenciar toda essa modernidade.
Mulher competindo em pé de igualdade com os homens no mercado de trabalho e na vida pessoal. Desde que o mundo é mundo, os homens desempenham basicamente um mesmo papel, que é o de prover. O homem das cavernas - doravante denominado Piteco - era o nosso herói: nos protegia de bichos e outros homens, caçava e trazia o nosso alimento, e era parte fundamental para procriação da espécie. Era a força bruta da casa, nosso escudo e senhor. Basicamente, essa era a função do homem na época. E até hoje, se pararmos para pensar cruamente, a função deles não mudou muito.
Já a mulher - desde o tempo das cavernas - fazia todo o resto. Era criada para isso. Cuidar da casa, engravidar, parir (sozinha?), cuidar dos filhos, cuidar do Piteco, transformar em alimento o bicho que ele trazia. Enfim, a gente sempre se virou e não percebia!
Só que ao longo dos tempos até anteontem (século XX), a mulher ouviu que era frágil física e intelectualmente. E essa idéia ficou arraigada tanto em homens quanto em nós, mulheres. Quando a mulher começou a perceber que a parte intelectual do nosso sexo era pura balela (na questão física, vamos dar um desconto), o homem - que nunca tinha parado pra pensar nisso - estremeceu."Como assim, ela dá conta também?" pensou Piteco, agora engravatado. E aí começou a nossa revolução:
Durante a Guerra, arregaçamos as mangas e fomos trabalhar nas fábricas, ocupando o lugar dos nossos homens que estavam nos campos de batalha e sem deixar a tarefa do lar de lado. Nos anos 60, queimamos sutiãns e nos 60/70 começamos a dar pra todo mundo! Nos anos 80, nossas mães vestiram aquelas ombreiras enormes - tal qual as dos jogadores de futebol americano - avisando seus pais, maridos e pares: sai da frente que estou passando! Nos anos 90: bom, aí cada uma pode escrever aqui a sua própria história. E hoje, senhoras e senhoritas, em pleno século XXI, ainda lutamos nas empresas por um salário igual ao dos homens ocupando o mesmo cargo que o nosso. Eu passei por isso em São Paulo. E ainda assim ganhamos, em média, 30% menos que eles**.
Isso tudo sem esquecer o "gramur": continuamos tendo que saber lavar, passar, cozinhar, cuidar dos filhos. Estar sempre arrumada, malhada, mãos e pés com esmaltes brilhando, cabelo impecável, sobrancelhas sem um único pelo saindo do lugar, depiladas e cheirosas! Ufa, nao há quem aguente. Eu, pelo menos, dô conta não!
O outro lado da moeda é verdadeiro, e disso eu posso falar de cadeira: as mulheres da nossa geração foram condicionadas a darem conta de tudo! E quando não dão, batem pino. Eu, passado um tempo de estar morando aqui nos EUA e não podendo trabalhar, quase pirei. Minhas emoções eram (e ainda são, só que bem menos frequentemente do que antes) uma montanha-russa. Um dia estava feliz, animada, no outro tinha que me esforçar para sair da cama. Mesmo depois que as meninas nasceram. Quantas e quantas vezes me senti uma ameba por não trabalhar. E olha que no meu caso era impedimento legal. Digo trabalho remunerado, pois em casa tenho que dar conta de tudo ao mesmo tempo agora e isso ainda não é suficiente pra mim! Enfim, nossa cabeça moderna também nos passa rasteiras.
Por isso tudo, acho que realmente alguns homens hoje em dia ainda se surpreendem com nossa flexibilidade. Mas nem tudo esta perdido! Alguns dos nossos contemporâneos não só não se surpreendem como apóiam e aplaudem nossa independência e nos ajudam. E percebam neste "ajudam", que é isso mesmo: ainda com toda essa carga de trabalho em cima das mulheres, os homens são coadjuvantes no terceiro turno, que é o de cuidar da casa e dos filhos.
Quem falta o trabalho quando o bebê adoece? Quem é que tem que providenciar/supervisionar a empregada-babá-diarista? Quem tem que pensar no cardápio da semana? Salve raras exceções e uma inversão de papéis que está chegando a passos bem lentos, somos nós mesmas.
Voltando aos nossos homens modernos: não sei precisar números, não sei se são minoria, acho que sim. Talvez por estarmos do lado deles, não se assustem tanto. Minhas amigas solteiras me contam que sim, eles tem muito medo de nós. E pelo fato de termos tanta liberdade e autonomia nos dias atuais, eles não nos levam tão a sério. Afinal, ir pra cama é tão fácil, quem quer compromisso? Pagamos pelas nossas conquistas de um modo ou de outro.
Olhem para seus maridos, namorados e pretês. Como eles se comportam?
Espero que não tenham se cansado. Me empolguei! Contem aí, como vocês enxergam o mundo de hoje?
** A primeira lei que Barack Obama assinou como presidente foi justamente uma que proíbe discriminação salarial (nao só de sexo, mas também raça, cor, religião, idade e "disability") : "The Lilly Ledbetter Fair Pay Act". http://www.youtube.com/watch?v=UtKAKlurRAY
Ele dedicou essa lei a sua avó e às mulheres que vieram antes dela, pois ela trabalhou duro porque queria o melhor para ele e para sua irmã, e dedicou também para suas filhas e as mulheres que vierem depois delas, para que não tenham limites em seus sonhos e que tenham possibilidades antes inimagináveis.
Não posso e não consigo disfarçar minha admiração por este homem!
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Homens x mulheres,
tempos modernos
domingo, 29 de março de 2009
Finalmente cheguei no Blog!!!
Bem, Meninas,
Acabei de chegar no nosso Blog!
Ainda estou tentando ver se consigo postar minha mensagem!
Confesso que...realmente...tenho barreiras...
É o que acontece, geralmente, com a galera da nossa idade. Pelo menos, é o que eu percebo!
Barreiras com os novos tempos!
Bom, já que a idéia é diablogar...vou lançar um tema para debate: homens, mulheres e relacionamentos!!! Que diabos anda acontecendo???
Que tal?
Vou iniciar dando a minha opinião.
Acho que homens e mulheres já não sabem mais que lugar ocupam nesse mundo! Volto a falar das dificuldades do mundo moderno. As mulheres avançam e os homens não sabem o que fazer. E, no final das contas, a gente também não!
Nós estamos atravessando a era da mudança! E a tarefa é difícil pros dois lados. Fomos criados para um mundo que não existe! Amigas, eu não posso ser a mulher que eu imaginava poder ser!
É muito legal ser independente, saber o que quer, se cuidar sozinha, resolver tudo sozinha, não dever satisfação a ninguém, ser moderna, descolada...mas.... às vezes, sinto que estou no lugar errado, na época errada, no tempo errado... às vezes, na maior parte das vezes, na verdade, acho que o mundo não me oferece lugar... Gente, tem cabimento eu ouvir que isso tudo causa MEDO nos homens??? Que mundo é esse???? Homens tão medrosos quanto as mocinhas das histórias mais antigas do mundo!!! Verdadeiras mocinhas amedrontadas! Caracas! Alguma coisa está errada! Será que eu tenho que fingir que não sou o que sou?? Heim?? Para que eles se sintam mais seguros?? Hãm?? E não era para os homens serem seres destemidos e que nos protegem?? hahahaha...Tá vendo a confusão! Sério! Não dá pra entender!
Bjos meninas!
Aguardo os seus preciosos comentários!
Afinal, vcs são tbém mulheres descoladíssimas!!!
Acabei de chegar no nosso Blog!
Ainda estou tentando ver se consigo postar minha mensagem!
Confesso que...realmente...tenho barreiras...
É o que acontece, geralmente, com a galera da nossa idade. Pelo menos, é o que eu percebo!
Barreiras com os novos tempos!
Bom, já que a idéia é diablogar...vou lançar um tema para debate: homens, mulheres e relacionamentos!!! Que diabos anda acontecendo???
Que tal?
Vou iniciar dando a minha opinião.
Acho que homens e mulheres já não sabem mais que lugar ocupam nesse mundo! Volto a falar das dificuldades do mundo moderno. As mulheres avançam e os homens não sabem o que fazer. E, no final das contas, a gente também não!
Nós estamos atravessando a era da mudança! E a tarefa é difícil pros dois lados. Fomos criados para um mundo que não existe! Amigas, eu não posso ser a mulher que eu imaginava poder ser!
É muito legal ser independente, saber o que quer, se cuidar sozinha, resolver tudo sozinha, não dever satisfação a ninguém, ser moderna, descolada...mas.... às vezes, sinto que estou no lugar errado, na época errada, no tempo errado... às vezes, na maior parte das vezes, na verdade, acho que o mundo não me oferece lugar... Gente, tem cabimento eu ouvir que isso tudo causa MEDO nos homens??? Que mundo é esse???? Homens tão medrosos quanto as mocinhas das histórias mais antigas do mundo!!! Verdadeiras mocinhas amedrontadas! Caracas! Alguma coisa está errada! Será que eu tenho que fingir que não sou o que sou?? Heim?? Para que eles se sintam mais seguros?? Hãm?? E não era para os homens serem seres destemidos e que nos protegem?? hahahaha...Tá vendo a confusão! Sério! Não dá pra entender!
Bjos meninas!
Aguardo os seus preciosos comentários!
Afinal, vcs são tbém mulheres descoladíssimas!!!
sábado, 28 de março de 2009
Parangole - Ideias e produtos para festas infantis
Acabei de descobrir este blog em outro blog que adoro, o Casa da Chris. Como eles mesmo se apresentam: " A PARANGOLÉ é uma marca de produtos para festas, desenvolvida por duas amigas designers e mães."
Vao correndo dar uma olhadinha! Para nao perder de vista, o link esta aqui ao lado, na nossa lista de blogs.
Super beijo pra todas e um otimo fim de semana :)
Vao correndo dar uma olhadinha! Para nao perder de vista, o link esta aqui ao lado, na nossa lista de blogs.
Super beijo pra todas e um otimo fim de semana :)
sexta-feira, 27 de março de 2009
So Boas Noticias
Ja tinha pensado em fazer algo parecido, mas falando de experiencias minhas. Que tal divulgar essa ideia?
A materia abaixo foi tirada do blog do Sergio Davila, no UOL:
http://sergiodavila.blog.uol.com.br/arch2009-03-16_2009-03-31.html
*********************************************************
Boa notícia: site só com boas notícias - parte 2
Fez sucesso o blog anterior, sobre um site norte-americano que só dá notícias boas. Vários blogueiros falaram de iniciativas semelhantes no Brasil, passadas e presentes. Uma lista dos atuais:
* o 365 que Acalmaram o Mundo, da brasileira Julia Lordello, "um blog que todo dia tem uma notícia boa do mundo, além de entrevistas e sugestões com bons seres humanos", segundo ela;
* O Brasil que Dá Certo, do economista Stephen Kanitz, com iniciativas bem-sucedidas principalmente nas áreas acadêmica e econômica;
* A Rede TV faz o programa Good News, um telejornal diário só com boas notícias;
* A Mundial FM tem o programa diário Jornal da Boa Notícia, idem ibidem;
* Por fim, Jeff Reinholds, que comanda uma série de sites, promete pensar na ideia e fazer um parecido.
A materia abaixo foi tirada do blog do Sergio Davila, no UOL:
http://sergiodavila.blog.uol.com.br/arch2009-03-16_2009-03-31.html
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Boa notícia: site só com boas notícias - parte 2
Fez sucesso o blog anterior, sobre um site norte-americano que só dá notícias boas. Vários blogueiros falaram de iniciativas semelhantes no Brasil, passadas e presentes. Uma lista dos atuais:
* o 365 que Acalmaram o Mundo, da brasileira Julia Lordello, "um blog que todo dia tem uma notícia boa do mundo, além de entrevistas e sugestões com bons seres humanos", segundo ela;
* O Brasil que Dá Certo, do economista Stephen Kanitz, com iniciativas bem-sucedidas principalmente nas áreas acadêmica e econômica;
* A Rede TV faz o programa Good News, um telejornal diário só com boas notícias;
* A Mundial FM tem o programa diário Jornal da Boa Notícia, idem ibidem;
* Por fim, Jeff Reinholds, que comanda uma série de sites, promete pensar na ideia e fazer um parecido.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Dicas de Orlando do Mario Thibau
As dicas de Orlando foram escritas e vivenciadas por um grande amigo de Brasilia, o Mario Thibau: HOTEIS, COMPRAS, ONDE COMER e TRANSPORTE. Vale conferir!
HOTÉIS
Existem duas áreas de hotéis que são boas para ficar, uma é a área da International Drive, onde estão localizados os parques da Universal e o Wet and Wild, o Prime outlet, os shoppings Mall at Milenia e Florida Mall, e, é claro, todas as atrações da International Drive. A segunda opção é a área da Disney (Kissimee e Lake Bunea Vsta), lá estão localizados todos os parques da Disney e tem como opções de compras o Premium Outlet e o Lake Bunea Vista Factory Stores.
Existem opções de hotéis para todos os bolsos. Para achar um que satisfaça suas exigências a internet é melhor aliada do viajante. Em sites de viagens como o Expedia, Travelocity e Booking, pesquisas de opções de hotel da cidade podem ser feitas, tabulando os resultados por área de localização e preços, entre outros parâmetros. Quando identificado o hotel de seu interesse, vale a pena acessar o site do próprio hotel e para comparar os preços obtidos na primeira busca e procurar promoções. A reserva pode ser feita pelos sites de viagens ou direto pelo site do hotel. Lembre-se de verificar sempre as tarifas, taxas e regras aplicadas para não ter surpresas.
Para quem gosta de comprar sua comida e cozinhar alguma coisa, especialmente para quem gosta de tomar café da manhã no quarto, a melhor opção é são os hotéis do tipo extended stay, como o Extended Stay América, onde hóspede conta com uma geladeira (não é frigobar), microondas, fogão (sem forno), torradeira, panelas, copos, pratos, talheres e utensílios variados, além do preços ser bem razoável, variando entre 45 e 60 dólares. Alguns outros hotéis contam com frigobar e microondas no quarto.
Ainda sobre a área da International Dr., a hospedagem na própria International Dr tem a desvantagem do trânsito intenso da rua, uma sugestão é procurar por hotéis em ruas transversais ou paralelas a ela, ou ao longo da Kirkman Rd., tanto abaixo de seu cruzamento com a I-4, como acima.
Pra quem não se importa em arriscar um pouco existem sites, como o Hotwire e o Priceline, que oferecem a oportunidade de hospedagem em ótimos hotéis com preços bem menores que os oferecidos diretamente por eles. Funciona da seguinte maneira: o viajante escolhe a cidade, a área onde quer se hospedar e categoria do hotel, o site oferece várias opções informado as facilidades e infra-estrutura do hotel, mas sem informar qual é o hotel, apenas depois de pagar é que o viajante fica sabendo qual o hotel foi reservado. Para ajudar nessa reserva às cegas, existem sites que ajudam a descobrir qual hotel pode ser o oferecido. Até agora as informações que tive sobre esse sistema foram positivas, quem o utilizou pagou tarifas bem inferiores às tarifas normais de balcão ou internet.
ONDE COMER
Nos Estados Unidos, e especialmente Orlando, comer não é um problema para quem não sente tanta falta do arroz e feijão, mas até os pratos brasileiros são facilmente encontrados.
Os fast-foods são encontrados em todos os lugares, as redes de hambúrgueres Mcdonalds, e Burger King, de roastbeef e outros sanduíches tipo o Arbys, de comida mexicana como o Taco Bell, de sanduíches tipo subs (pão bisnaga onde o cliente escolhe o recheio) como Subway, Quiznos e Fire House Subs e etc.., são opções muito baratas e facilmente encontradas em cada esquina.
No McDonalds recomendaria comer o wrap de frango, opção que ainda não existe nas filias brasileiras, é barato e gostoso. O Burger King também tem essa opção, mas o tempero é bem mais picante.
Outra opção bastante gostosa são as várias redes de restaurantes temáticos, como o Olive Garden, Outback, Friday’s, Road House,...
Entre esses uma ótima opção de sabor e preço é o Olive Garden, o tema é a Itália, a comida é ótima e bem em conta. Antes de todos os pratos eles servem uma salada ótima e um pãozinho de alho delicioso, que podem ser comidos à vontade, mesmo que acabem suas porções o cliente pode pedir mais. Também no estilo Itália existe a rede Carraba’s Italian Grill, também uma ótima opção, com ótimas carnes e massas.
Ainda falando de italianos no Mall at Milenia fica o restaurante Brio Tuscan Grille, sofisticado e muito gostoso. Num dia de temperatura agradável uma opção bem legal é sentar-se no lado de fora e ver o movimento das pessoas bonitas e carros imponentes que encostam no valet parking da entrada principal.
Também na entrada principal do Mall at Milenia tem o The Cheesecake Factory, essa rede de restaurantes, apesar de especializadas em ótimos cheesecakes (espécie de torta a base de queijo), conta com um cardápio imenso para almoço e jantar. Caso optem pela salada lembrem-se de que ela serve bem a 2 e talvez até 3 pessoas. É muito importante guardar apetite para a sobremesa, é claro que o carro chefe são as cheesecakes, dezenas de sabores, um melhor que o outro.
Na praça de alimentação do Mall at Milenia além de várias opções de fast food está localizado uma loja da Panera Bread, uma espécie de padaria, mas com ótimas opções de sanduíches tipo de delicatessen e sopas. Também tem uma loja fora do Florida Mall, na Sand Lake Rd.
Ao redor do Mall at Milenia existem várias opções boas de restaurantes, entre elas o Mimi’s Cafe, restaurante variado (no estilo americano), com um delicioso brownie de sobremesa.
Quem gosta de café da manhã típico americano uma boa opção é o IHOP, o menu tem opções de french toast, waffles, tortas, panquecas, ovos, bacon,... No mesmo estilo existe também o Waffle House.
Para os comilões, acostumados aos rodízios brasileiros, existem os restaurantes do tipo all you can eat, como Golden Corral, Ponderosa e Sizzler, para citar alguns, abertos para café almoço e jantar.
Por fim, uma boa opção para o pessoal da madrugada é o diner Perkins, aberto 24 horas, e com cardápio bem variado.
COMPRAS
As compras em Orlando não perdem mais para Miami ou New York. Lá encontra-se de tudo e por ótimos preços.
A área conta com dois grandes outlets o Prime Outlets Orlando (antigo Belz), na área da International drive e o Orlando Premium Outlets, próximo a Downtown Disney. Também nessa área fica um outlet um pouco menor o Lake Bunea Vista Factory Stores.
Os dois maiores contam com quase as mesmas lojas. No Premium a loja Gap na conta com a sua opção Kids, de roupas de crianças, mas a sua loja do Lake Buena Vista, bem próxima ao Premium, conta com a Gap Kids.
Para quem tem filhos pequenos os outlets são uma festa, as roupas são baratíssimas e o destaque são as lojas Carter’s (especialmente para bebês) OshKosh B’Gosh e Gap Kids, mas também vale a pena ir na Gymboree e Disney Store. As roupas da Carter’s e Osh Kosh também podem ser encontradas em alguns supermercados.
Além dos outlets existem a Babies"R"Us (mega loja de coisas pra bebês) e a Toys”R”Us (também uma mega loja de brinquedos), como são da mesma rede normalmente elas dividem a loja ou existe uma loja pequena de uma dentro da outra. Podem ser encontradas no lado de fora do Flórida Mall.
Na Sand lake Rd. No lado oposto da rua ao Florida Mall fica a USA Baby & Child Space, similar a Babies R Us, mas um pouco menor em tamanho e variedade.
Ainda nos outlets os desportistas encontrarão algumas coisas nas lojas da Nike, Adidas, Reebok e Under Armor, porém, apesar de ótimos preços, as coleções são mais antigas e os tênis tem poucas variedades. A melhor opção pra quem gosta de esportes é Sport’s Authority, uma mega loja que equipamentos e roupas para todos os tipos de esportes, mas é bom lembrar que nos EUA as disponibilidades dependem da época do ano, por isso durante o verão eles têm poucas coisas para esportes de inverno e vice-versa.
Para comprar tênis, outras opções são as lojas Finish Line e Foot Locker, no Milenia e Florida Mall. Comprar tênis nos EUA vale muita a pena, pois o preço, especialmente dos modelos de corrida, pode chegar a ser até 3 vezes mais barato que no Brasil.
Nos EUA não existem preconceitos na hora das compras, por isso os supermercados são ótimas opções para comprar. Lá podem ser encontrados eletrônicos, roupas, brinquedos, e tudo mais que o viajante possa imaginar. O mais popular de todos é o Walmart a maior rede de supermercados dos EUA e talvez do mundo, e por isso em Orlando ele é facilmente encontrado. Também no estilo do Walmart existe o TARGET, conta com os mesmo tipos de artigos de seu concorrente, mas especialmente na área de roupas, ele conta com produtos mais sofisticados e atraentes.
Nas compras em atacado as três grandes lojas são Sam’s Club, Costco e BJ’s. As três seguem o padrão de somente vender para quem se associar, a boa notícia é que o Sam’s Club aceita o cartão de associado de suas filiais brasileiras, mas para pagamento não aceitam o cartão Visa, apenas o Mastercard. Nos três, apesar de muito pouca variedade, sempre existem boas opções preços. Também lá é um bom lugar para se abastecer o carro, já que a gasolina tem um ótimo preço para sócios, o único porém é que isso depende da boa vontade de um atendente, pois como o cartão do Sam’s brasileiro não tem a tarja magnética ele não pode ser usado bomba de gasolina, devendo o cliente pedir a um funcionário para liberar a bomba. No Sam’s de Orlando eu já abasteci porém no estado de Nova York o atendente não quis liberar a bomba.
Para quem gosta de roupas marcas e tem paciência para procura a indicação é ir nas lojas Marshall’s e Ross Dress for Less, as duas tem um grande quantidade de marcas para venda por preços muito bons, até melhores que os outlets, o porém que é normalmente têm apenas uma peça de cada modelo, tudo misturado à marcas menos conhecidas, mas com um bom trabalho de garimpo você pode sair de lá com uma boa pechincha.
Quem gosta de artigos de casa, especialmente roupas de cama, e não se satisfez com as opções dos supermercados, não pode deixar de ir nas lojas Bed, Bath & Beyond e Linens & Things, são artigos de cozinha, banheiro, de coração, cama, mesa e banho, uma loucura. Para roupa de cama tem opções de 100 até 1.000 fios, em algodão, flanela, seda, tecido egípcio, e o melhor, o preço é muito menor que no Brasil.
Final mente os eletrônicos, afinal é para isso que se vai aos EUA, comprar eletrônicos. Eles estão por toda a parte. As maiores lojas são a Best Buy (tem uma logo ao lado do Flórida Mall na Orange Blossom Trail) e a Circuit City (ao lado do Mall at Milenia na Milenia Boulevard). Os supermercados também são ótimas opções para comprar eletrônicos. È bom sempre estar atento às promoções, e se comprar algo em uma loja e depois encontrar mais barato em outra, volte onde comprou e peça a diferença do preço. Em 99% das vezes você recebe ela de volta mais um ou dois dólares (é sempre bom levar uma propaganda da outra loja com o preço mais barato). Caso eles não queiram devolver a diferença do preço, peça você para devolver o produto, receba seu dinheiro de volta e faça a compra na loja mais barata.
Não deixe de dar uma passada em um dos shoppings, na Apple Store e na Sony Store.
LOCOMOÇÃO
Em Orlando é essencial estar de carro, por isso alugar um é necessário. Para isso pode se fazer como no caso dos hotéis, verificar os sites Expedia e Travelocity, ou outro do gênero, e depois checar as páginas das locadoras de veículos para comparar os preços. Nas páginas das locadoras pode se encontrar várias promoções por isso fique atento. Na escolha do veículo lembre-se que como as compras são muitas o viajante normalmente volta com mais malas do que foi, por isso fique atento ao tamanho do porta-malas.
Boas opções são a Budget, Dollar ou Thrifty. A Avis às vezes tem tarifas boas se o aluguel for feito e pago antecipadamente através da Avis no Brasil.
Na cerificação dos preços o preço da diária normalmente não inclui impostos, taxas e seguro obrigatório, para isso é necessário ir até o fim da operação, e verificar o custo total. Mesmo assim esse custo não inclui o LDW (seguro contra terceiros), mas ele normalmente é coberto pelo cartão de crédito internacional quando ele é utilizado para o pagamento do aluguel. Para isso quando o LDW for oferecido pela locadora no balcão (e ele vai ser oferecido!!) é só recusar.
Uma vez ao optar pelos ótimos preços da Pay Less, tive a ingrata surpresa de ser obrigado a contratar o LDW com eles, o que fez a tarifa subir muito o seu valor, por isso cuidado, no meu caso não aceite e procurei outra locadora.
Outra coisa que as locadoras sempre oferecem é a compra antecipada do combustível. O carro sempre é alugado com o tanque cheio e com a compra antecipada o viajante não precisa se preocupar em abastecer o veículo antes de devolver. Eu não gosto dessa opção, uma vez que você acaba pagando por combustível não utilizado, prefiro abastecer antes de devolver o carro.
HOTÉIS
Existem duas áreas de hotéis que são boas para ficar, uma é a área da International Drive, onde estão localizados os parques da Universal e o Wet and Wild, o Prime outlet, os shoppings Mall at Milenia e Florida Mall, e, é claro, todas as atrações da International Drive. A segunda opção é a área da Disney (Kissimee e Lake Bunea Vsta), lá estão localizados todos os parques da Disney e tem como opções de compras o Premium Outlet e o Lake Bunea Vista Factory Stores.
Existem opções de hotéis para todos os bolsos. Para achar um que satisfaça suas exigências a internet é melhor aliada do viajante. Em sites de viagens como o Expedia, Travelocity e Booking, pesquisas de opções de hotel da cidade podem ser feitas, tabulando os resultados por área de localização e preços, entre outros parâmetros. Quando identificado o hotel de seu interesse, vale a pena acessar o site do próprio hotel e para comparar os preços obtidos na primeira busca e procurar promoções. A reserva pode ser feita pelos sites de viagens ou direto pelo site do hotel. Lembre-se de verificar sempre as tarifas, taxas e regras aplicadas para não ter surpresas.
Para quem gosta de comprar sua comida e cozinhar alguma coisa, especialmente para quem gosta de tomar café da manhã no quarto, a melhor opção é são os hotéis do tipo extended stay, como o Extended Stay América, onde hóspede conta com uma geladeira (não é frigobar), microondas, fogão (sem forno), torradeira, panelas, copos, pratos, talheres e utensílios variados, além do preços ser bem razoável, variando entre 45 e 60 dólares. Alguns outros hotéis contam com frigobar e microondas no quarto.
Ainda sobre a área da International Dr., a hospedagem na própria International Dr tem a desvantagem do trânsito intenso da rua, uma sugestão é procurar por hotéis em ruas transversais ou paralelas a ela, ou ao longo da Kirkman Rd., tanto abaixo de seu cruzamento com a I-4, como acima.
Pra quem não se importa em arriscar um pouco existem sites, como o Hotwire e o Priceline, que oferecem a oportunidade de hospedagem em ótimos hotéis com preços bem menores que os oferecidos diretamente por eles. Funciona da seguinte maneira: o viajante escolhe a cidade, a área onde quer se hospedar e categoria do hotel, o site oferece várias opções informado as facilidades e infra-estrutura do hotel, mas sem informar qual é o hotel, apenas depois de pagar é que o viajante fica sabendo qual o hotel foi reservado. Para ajudar nessa reserva às cegas, existem sites que ajudam a descobrir qual hotel pode ser o oferecido. Até agora as informações que tive sobre esse sistema foram positivas, quem o utilizou pagou tarifas bem inferiores às tarifas normais de balcão ou internet.
ONDE COMER
Nos Estados Unidos, e especialmente Orlando, comer não é um problema para quem não sente tanta falta do arroz e feijão, mas até os pratos brasileiros são facilmente encontrados.
Os fast-foods são encontrados em todos os lugares, as redes de hambúrgueres Mcdonalds, e Burger King, de roastbeef e outros sanduíches tipo o Arbys, de comida mexicana como o Taco Bell, de sanduíches tipo subs (pão bisnaga onde o cliente escolhe o recheio) como Subway, Quiznos e Fire House Subs e etc.., são opções muito baratas e facilmente encontradas em cada esquina.
No McDonalds recomendaria comer o wrap de frango, opção que ainda não existe nas filias brasileiras, é barato e gostoso. O Burger King também tem essa opção, mas o tempero é bem mais picante.
Outra opção bastante gostosa são as várias redes de restaurantes temáticos, como o Olive Garden, Outback, Friday’s, Road House,...
Entre esses uma ótima opção de sabor e preço é o Olive Garden, o tema é a Itália, a comida é ótima e bem em conta. Antes de todos os pratos eles servem uma salada ótima e um pãozinho de alho delicioso, que podem ser comidos à vontade, mesmo que acabem suas porções o cliente pode pedir mais. Também no estilo Itália existe a rede Carraba’s Italian Grill, também uma ótima opção, com ótimas carnes e massas.
Ainda falando de italianos no Mall at Milenia fica o restaurante Brio Tuscan Grille, sofisticado e muito gostoso. Num dia de temperatura agradável uma opção bem legal é sentar-se no lado de fora e ver o movimento das pessoas bonitas e carros imponentes que encostam no valet parking da entrada principal.
Também na entrada principal do Mall at Milenia tem o The Cheesecake Factory, essa rede de restaurantes, apesar de especializadas em ótimos cheesecakes (espécie de torta a base de queijo), conta com um cardápio imenso para almoço e jantar. Caso optem pela salada lembrem-se de que ela serve bem a 2 e talvez até 3 pessoas. É muito importante guardar apetite para a sobremesa, é claro que o carro chefe são as cheesecakes, dezenas de sabores, um melhor que o outro.
Na praça de alimentação do Mall at Milenia além de várias opções de fast food está localizado uma loja da Panera Bread, uma espécie de padaria, mas com ótimas opções de sanduíches tipo de delicatessen e sopas. Também tem uma loja fora do Florida Mall, na Sand Lake Rd.
Ao redor do Mall at Milenia existem várias opções boas de restaurantes, entre elas o Mimi’s Cafe, restaurante variado (no estilo americano), com um delicioso brownie de sobremesa.
Quem gosta de café da manhã típico americano uma boa opção é o IHOP, o menu tem opções de french toast, waffles, tortas, panquecas, ovos, bacon,... No mesmo estilo existe também o Waffle House.
Para os comilões, acostumados aos rodízios brasileiros, existem os restaurantes do tipo all you can eat, como Golden Corral, Ponderosa e Sizzler, para citar alguns, abertos para café almoço e jantar.
Por fim, uma boa opção para o pessoal da madrugada é o diner Perkins, aberto 24 horas, e com cardápio bem variado.
COMPRAS
As compras em Orlando não perdem mais para Miami ou New York. Lá encontra-se de tudo e por ótimos preços.
A área conta com dois grandes outlets o Prime Outlets Orlando (antigo Belz), na área da International drive e o Orlando Premium Outlets, próximo a Downtown Disney. Também nessa área fica um outlet um pouco menor o Lake Bunea Vista Factory Stores.
Os dois maiores contam com quase as mesmas lojas. No Premium a loja Gap na conta com a sua opção Kids, de roupas de crianças, mas a sua loja do Lake Buena Vista, bem próxima ao Premium, conta com a Gap Kids.
Para quem tem filhos pequenos os outlets são uma festa, as roupas são baratíssimas e o destaque são as lojas Carter’s (especialmente para bebês) OshKosh B’Gosh e Gap Kids, mas também vale a pena ir na Gymboree e Disney Store. As roupas da Carter’s e Osh Kosh também podem ser encontradas em alguns supermercados.
Além dos outlets existem a Babies"R"Us (mega loja de coisas pra bebês) e a Toys”R”Us (também uma mega loja de brinquedos), como são da mesma rede normalmente elas dividem a loja ou existe uma loja pequena de uma dentro da outra. Podem ser encontradas no lado de fora do Flórida Mall.
Na Sand lake Rd. No lado oposto da rua ao Florida Mall fica a USA Baby & Child Space, similar a Babies R Us, mas um pouco menor em tamanho e variedade.
Ainda nos outlets os desportistas encontrarão algumas coisas nas lojas da Nike, Adidas, Reebok e Under Armor, porém, apesar de ótimos preços, as coleções são mais antigas e os tênis tem poucas variedades. A melhor opção pra quem gosta de esportes é Sport’s Authority, uma mega loja que equipamentos e roupas para todos os tipos de esportes, mas é bom lembrar que nos EUA as disponibilidades dependem da época do ano, por isso durante o verão eles têm poucas coisas para esportes de inverno e vice-versa.
Para comprar tênis, outras opções são as lojas Finish Line e Foot Locker, no Milenia e Florida Mall. Comprar tênis nos EUA vale muita a pena, pois o preço, especialmente dos modelos de corrida, pode chegar a ser até 3 vezes mais barato que no Brasil.
Nos EUA não existem preconceitos na hora das compras, por isso os supermercados são ótimas opções para comprar. Lá podem ser encontrados eletrônicos, roupas, brinquedos, e tudo mais que o viajante possa imaginar. O mais popular de todos é o Walmart a maior rede de supermercados dos EUA e talvez do mundo, e por isso em Orlando ele é facilmente encontrado. Também no estilo do Walmart existe o TARGET, conta com os mesmo tipos de artigos de seu concorrente, mas especialmente na área de roupas, ele conta com produtos mais sofisticados e atraentes.
Nas compras em atacado as três grandes lojas são Sam’s Club, Costco e BJ’s. As três seguem o padrão de somente vender para quem se associar, a boa notícia é que o Sam’s Club aceita o cartão de associado de suas filiais brasileiras, mas para pagamento não aceitam o cartão Visa, apenas o Mastercard. Nos três, apesar de muito pouca variedade, sempre existem boas opções preços. Também lá é um bom lugar para se abastecer o carro, já que a gasolina tem um ótimo preço para sócios, o único porém é que isso depende da boa vontade de um atendente, pois como o cartão do Sam’s brasileiro não tem a tarja magnética ele não pode ser usado bomba de gasolina, devendo o cliente pedir a um funcionário para liberar a bomba. No Sam’s de Orlando eu já abasteci porém no estado de Nova York o atendente não quis liberar a bomba.
Para quem gosta de roupas marcas e tem paciência para procura a indicação é ir nas lojas Marshall’s e Ross Dress for Less, as duas tem um grande quantidade de marcas para venda por preços muito bons, até melhores que os outlets, o porém que é normalmente têm apenas uma peça de cada modelo, tudo misturado à marcas menos conhecidas, mas com um bom trabalho de garimpo você pode sair de lá com uma boa pechincha.
Quem gosta de artigos de casa, especialmente roupas de cama, e não se satisfez com as opções dos supermercados, não pode deixar de ir nas lojas Bed, Bath & Beyond e Linens & Things, são artigos de cozinha, banheiro, de coração, cama, mesa e banho, uma loucura. Para roupa de cama tem opções de 100 até 1.000 fios, em algodão, flanela, seda, tecido egípcio, e o melhor, o preço é muito menor que no Brasil.
Final mente os eletrônicos, afinal é para isso que se vai aos EUA, comprar eletrônicos. Eles estão por toda a parte. As maiores lojas são a Best Buy (tem uma logo ao lado do Flórida Mall na Orange Blossom Trail) e a Circuit City (ao lado do Mall at Milenia na Milenia Boulevard). Os supermercados também são ótimas opções para comprar eletrônicos. È bom sempre estar atento às promoções, e se comprar algo em uma loja e depois encontrar mais barato em outra, volte onde comprou e peça a diferença do preço. Em 99% das vezes você recebe ela de volta mais um ou dois dólares (é sempre bom levar uma propaganda da outra loja com o preço mais barato). Caso eles não queiram devolver a diferença do preço, peça você para devolver o produto, receba seu dinheiro de volta e faça a compra na loja mais barata.
Não deixe de dar uma passada em um dos shoppings, na Apple Store e na Sony Store.
LOCOMOÇÃO
Em Orlando é essencial estar de carro, por isso alugar um é necessário. Para isso pode se fazer como no caso dos hotéis, verificar os sites Expedia e Travelocity, ou outro do gênero, e depois checar as páginas das locadoras de veículos para comparar os preços. Nas páginas das locadoras pode se encontrar várias promoções por isso fique atento. Na escolha do veículo lembre-se que como as compras são muitas o viajante normalmente volta com mais malas do que foi, por isso fique atento ao tamanho do porta-malas.
Boas opções são a Budget, Dollar ou Thrifty. A Avis às vezes tem tarifas boas se o aluguel for feito e pago antecipadamente através da Avis no Brasil.
Na cerificação dos preços o preço da diária normalmente não inclui impostos, taxas e seguro obrigatório, para isso é necessário ir até o fim da operação, e verificar o custo total. Mesmo assim esse custo não inclui o LDW (seguro contra terceiros), mas ele normalmente é coberto pelo cartão de crédito internacional quando ele é utilizado para o pagamento do aluguel. Para isso quando o LDW for oferecido pela locadora no balcão (e ele vai ser oferecido!!) é só recusar.
Uma vez ao optar pelos ótimos preços da Pay Less, tive a ingrata surpresa de ser obrigado a contratar o LDW com eles, o que fez a tarifa subir muito o seu valor, por isso cuidado, no meu caso não aceite e procurei outra locadora.
Outra coisa que as locadoras sempre oferecem é a compra antecipada do combustível. O carro sempre é alugado com o tanque cheio e com a compra antecipada o viajante não precisa se preocupar em abastecer o veículo antes de devolver. Eu não gosto dessa opção, uma vez que você acaba pagando por combustível não utilizado, prefiro abastecer antes de devolver o carro.
segunda-feira, 23 de março de 2009
Emocionante
Acabo de ler algo emocionante.
"Como quando a gente é criança e pela primeira vez vai se equilibrar na bicicleta sem as rodinhas de trás. Um dia eu vou fazer com você filho o que fizeram comigo, e isso vai ser muito amoroso: vou tirar as rodinhas de trás sem que você perceba. Quando você menos esperar, estará equilibrado na bicicleta, sozinho, sem notar que nunca precisou de fato das rodinhas de trás. Elas estavam ali apenas para que você soubesse, apenas para que você fizesse da serenidade um ponto de partida."
Do blog "Para Francisco".
Vale a pena dar uma conferidinha.
Sempre me emociono lá.
parafrancisco.blogspot.com
"Como quando a gente é criança e pela primeira vez vai se equilibrar na bicicleta sem as rodinhas de trás. Um dia eu vou fazer com você filho o que fizeram comigo, e isso vai ser muito amoroso: vou tirar as rodinhas de trás sem que você perceba. Quando você menos esperar, estará equilibrado na bicicleta, sozinho, sem notar que nunca precisou de fato das rodinhas de trás. Elas estavam ali apenas para que você soubesse, apenas para que você fizesse da serenidade um ponto de partida."
Do blog "Para Francisco".
Vale a pena dar uma conferidinha.
Sempre me emociono lá.
parafrancisco.blogspot.com
Ainda sobre leitura
Também resolvi, em 2009, ler mais. Para minha satisfação, este ano já consegui ler 2 livros inteiros e neste exato momento estou alternando 2 livros também, que comecei a ler ano passado e que, com minha viagem ao Brasil, tive que interromper. Vamos à minha listinha.
Em andamento:
EAT PRAY LOVE - Elizabeth Gilbert
***É o Comer, Rezar, Amar que a Dri está lendo, só que o meu é em inglês. O livro é realmente bem gostoso de ler, as histórias são super interessantes. Ele fica na minha mesinha de cabeceira e, apesar da leitura fluir, só dedico ao pobre livro alguns minutinhos antes de ir dormir. Já estou na Indonésia com a autora, acho que logo logo chegarei ao fim de suas aventuras.
TÊTE-À-TÊTE - Hazel Rowley
***Um pouco da história de Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre. Sempre quis saber mais sobre esses dois, principalmente sobre ela. Não sou feminista, mas a Simone de Beauvoir sempre me fascinou. O livro é um pouco chato às vezes, pois se demora muito ao explicar o contexto de algum fato, mais do que fala do fato em si. Mas o legal do livro é que ele conta desde um pouquinho da infância e de antes dos dois se conhecerem, ainda bem novinhos e estudantes. Comecei a lê-lo ano passado e já faz tanto tempo que há alguns dias resolvi recomeçar da página 1. Estou gostando muito, e já deu pra notar que, apesar de genuinamente bem avançadinhos para a época, a uma certa altura da vida dos dois o mito sobrepunha-se à pessoa e eles "bancavam" algumas situações mais pela fama que tinham adquirido - principalmente ela -do que propriamente por convicção pessoal.
Os que já terminei de ler:
DIVÃ - Martha Medeiros
***Eu adoro as crônicas e poesias da Martha Medeiros, uma escritora gaúcha. Acho que ela escreve como se estivesse psicografando. A leitura flui tão fácil que deve ser assim mesmo! Este livro novo dela é sua primeira ficção e conta a história de uma mulher que poderia ser qualquer uma de nós. Ela resolve fazer análise pois sua vida está um marasmo. Tudo está onde deveria estar: casamento estável, 3 filhos, um trabalho que ela curte. Mas ainda assim, ela não está feliz. E quando ela resolve ir para o divã, solta as bruxas. Fala tudo aquilo que muitas vezes pensamos e não temos coragem de dizer para nós mesmas. E aí... só lendo para ver no que vai dar. Gostei muito!
UMA VIDA INVENTADA - Maitê Proença
Gente, confesso que fiquei meio envergonhada quando fui pagar pelo livro. Tá certo que eu adoro cultura de massa**, mas ler Maitê Proença já é demais! E foi, foi bom demais!! Quando eu quero saber se levo ou não um livro e não sei nada sobre ele, abro numa página qualquer e começo a ler, pra sentir um pouquinho o clima. Fiz isso e me surpreendi muito. Ela escreve bem à beça!!
***Nesse livro, ela mistura fatos de sua vida real com um pouco de ficção e claro que fica a cargo do leitor separar o joio do trigo. Sua história de vida é bem punk. O pai matou a mãe a facadas por ciúme e tempos depois se matou também. Ela tinha uns 12 anos. No livro, ela fala sobre isso abertamente, suas impressões, seus sentimentos, o apoio ao pai em meio à monstruosidade. Sua narrativa é em flash-backs, e ela alterna a história da menina Maitê com a adulta e famosa mulher Maitê. Enfim, só lendo para saber. Uma dica: não paguem os R$ 27,00 que eu paguei na Livraria Cultura, comprem nas Americanas por R$ 12,00, tá?
Engatilhados (a serem lidos assim que eu terminar os dois acima):
O SILÊNCIO DOS AMANTES - Lya Luft
***Ganhei da minha amiga Cléo. Passo por ele e tenho que me segurar para não abrí-lo logo, pois sou fã de carteirinha da Lya. Este é de ficção também. Aqui vai a resenha do próprio livro:
"...a incomunicabilidade e o silêncio entre pessoas que se amam ou deviam se amar, os conflitos familiares, a busca de um sentido da vida, rancores, incompreensão, mas também magia e amor nos relacionamentos."
A GENTE SE ACOSTUMA A TUDO - João Ubaldo Ribeiro
***Uma seleção das crônicas do João Ubaldo, artigos que ele publicou nO Globo e Estadão, ironizando e criticando a política e alguns atos cotidianos também. O título do livro, pelo que percebi, é justamente a constatação de que, no Brasil (e em qualquer outra sociedade), as coisas só mudam e/ou andam pra frente se as pessoas não se "acostumarem a tudo" e reclamarem. Gosto dele desde que li "A Casa dos Budas Ditosos".
**Falando em cultura de massa e Maitê Proença, sou fanzoca do "Saia Justa", do GNT, que aqui acompanho via Globo Internacional. Adoro os temas, os debates, os pontos de vista tão diferentes das quatro: Maitê, Bete Lago, Márcia Tiburi (psicoterapeuta) e da Mônica Waldvogel. Este é um dos meus guilty pleasures aqui nos EUA.
E vocês, o que recomendam?
Em andamento:
EAT PRAY LOVE - Elizabeth Gilbert
***É o Comer, Rezar, Amar que a Dri está lendo, só que o meu é em inglês. O livro é realmente bem gostoso de ler, as histórias são super interessantes. Ele fica na minha mesinha de cabeceira e, apesar da leitura fluir, só dedico ao pobre livro alguns minutinhos antes de ir dormir. Já estou na Indonésia com a autora, acho que logo logo chegarei ao fim de suas aventuras.
TÊTE-À-TÊTE - Hazel Rowley
***Um pouco da história de Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre. Sempre quis saber mais sobre esses dois, principalmente sobre ela. Não sou feminista, mas a Simone de Beauvoir sempre me fascinou. O livro é um pouco chato às vezes, pois se demora muito ao explicar o contexto de algum fato, mais do que fala do fato em si. Mas o legal do livro é que ele conta desde um pouquinho da infância e de antes dos dois se conhecerem, ainda bem novinhos e estudantes. Comecei a lê-lo ano passado e já faz tanto tempo que há alguns dias resolvi recomeçar da página 1. Estou gostando muito, e já deu pra notar que, apesar de genuinamente bem avançadinhos para a época, a uma certa altura da vida dos dois o mito sobrepunha-se à pessoa e eles "bancavam" algumas situações mais pela fama que tinham adquirido - principalmente ela -do que propriamente por convicção pessoal.
Os que já terminei de ler:
DIVÃ - Martha Medeiros
***Eu adoro as crônicas e poesias da Martha Medeiros, uma escritora gaúcha. Acho que ela escreve como se estivesse psicografando. A leitura flui tão fácil que deve ser assim mesmo! Este livro novo dela é sua primeira ficção e conta a história de uma mulher que poderia ser qualquer uma de nós. Ela resolve fazer análise pois sua vida está um marasmo. Tudo está onde deveria estar: casamento estável, 3 filhos, um trabalho que ela curte. Mas ainda assim, ela não está feliz. E quando ela resolve ir para o divã, solta as bruxas. Fala tudo aquilo que muitas vezes pensamos e não temos coragem de dizer para nós mesmas. E aí... só lendo para ver no que vai dar. Gostei muito!
UMA VIDA INVENTADA - Maitê Proença
Gente, confesso que fiquei meio envergonhada quando fui pagar pelo livro. Tá certo que eu adoro cultura de massa**, mas ler Maitê Proença já é demais! E foi, foi bom demais!! Quando eu quero saber se levo ou não um livro e não sei nada sobre ele, abro numa página qualquer e começo a ler, pra sentir um pouquinho o clima. Fiz isso e me surpreendi muito. Ela escreve bem à beça!!
***Nesse livro, ela mistura fatos de sua vida real com um pouco de ficção e claro que fica a cargo do leitor separar o joio do trigo. Sua história de vida é bem punk. O pai matou a mãe a facadas por ciúme e tempos depois se matou também. Ela tinha uns 12 anos. No livro, ela fala sobre isso abertamente, suas impressões, seus sentimentos, o apoio ao pai em meio à monstruosidade. Sua narrativa é em flash-backs, e ela alterna a história da menina Maitê com a adulta e famosa mulher Maitê. Enfim, só lendo para saber. Uma dica: não paguem os R$ 27,00 que eu paguei na Livraria Cultura, comprem nas Americanas por R$ 12,00, tá?
Engatilhados (a serem lidos assim que eu terminar os dois acima):
O SILÊNCIO DOS AMANTES - Lya Luft
***Ganhei da minha amiga Cléo. Passo por ele e tenho que me segurar para não abrí-lo logo, pois sou fã de carteirinha da Lya. Este é de ficção também. Aqui vai a resenha do próprio livro:
"...a incomunicabilidade e o silêncio entre pessoas que se amam ou deviam se amar, os conflitos familiares, a busca de um sentido da vida, rancores, incompreensão, mas também magia e amor nos relacionamentos."
A GENTE SE ACOSTUMA A TUDO - João Ubaldo Ribeiro
***Uma seleção das crônicas do João Ubaldo, artigos que ele publicou nO Globo e Estadão, ironizando e criticando a política e alguns atos cotidianos também. O título do livro, pelo que percebi, é justamente a constatação de que, no Brasil (e em qualquer outra sociedade), as coisas só mudam e/ou andam pra frente se as pessoas não se "acostumarem a tudo" e reclamarem. Gosto dele desde que li "A Casa dos Budas Ditosos".
**Falando em cultura de massa e Maitê Proença, sou fanzoca do "Saia Justa", do GNT, que aqui acompanho via Globo Internacional. Adoro os temas, os debates, os pontos de vista tão diferentes das quatro: Maitê, Bete Lago, Márcia Tiburi (psicoterapeuta) e da Mônica Waldvogel. Este é um dos meus guilty pleasures aqui nos EUA.
E vocês, o que recomendam?
quinta-feira, 19 de março de 2009
Um tempinho para leitura...
Nesses ultimos meses consegui ler um pouquinho... puxa! fazia tanto tempo que nao lia livros normais que havia ate esquecido como isso eh bom!
COMER REZAR AMAR - Elizabeth Gilbert
*** Gostei muito! Uma leitura agradavel e gostosa sobre suas aventuras na Italia, India e Indonesia para literalmente comer, rezar e amar. Voces sabiam que os Balineses meditam sorrindo? Adorei isso!
FRIED GREEN TOMATOES - Fannie Flag
*** Uma leitura para melhorar o ingles e principalmente lembrar daquele lindo filme. O livro tambem eh muito bom! A vida deve ser vivida da forma mais linda possivel, devemos agradecer diariamente por todo esse aprendizado e dar valor a todos os detalhes que somente a vida pode nos oferecer. Pelo livro, vi que nao lembrava nada do filme, somente do Whistle Stop Cafe e, eh claro, dos Tomates Verdes Fritos. Falando neles, tive o prazer de delicia-los com a familia Max Fabiano, Flavinha, Felipe e Isabella. Tava uma delicia. Nesse dia almocamos no restaurante da Paula Deen, famosa nos EUA, e residente em Savannah, GA.
STILL ALICE - Lisa Genova
*** Ainda no intuito de melhorar o ingles. A autora eh doutora em neurociencia. A historia eh linda! Chorei inumeras vezes, mesmo sabendo que os personagens nao sao reais, apesar de tudo acontecer de verdade. Conta a historia de uma pessoa com Alzheimer detectado precocemente, ainda com 50 anos de idade. Nao sabia que essa doenca pode atingir pessoas mais novas, ate com 30 e 40 anos. E com esse livro parei para pensar em algo que me faz pirar.... acho que nunca havia parado pra pensar nisso. Nossos sentimentos sao ligados ao nosso cerebro?! A partir do momento que paramos de reconhecer as pessoas, os sentimentos que tinhamos por elas tambem passam a nao existir mais, pois essas pessoas passam a nao significar mais nada pra nos. Isso me deu realmente um no na cabeca!
Agora, meu novo empreendimento eh o livro do Barack Obama, THE AUDACITY OF HOPE. Minha leitura esta mais lenta agora. Estou bem no comeco, mas ta meio chatinho. Espero que melhore logo. Depois conto pra voces.
COMER REZAR AMAR - Elizabeth Gilbert
*** Gostei muito! Uma leitura agradavel e gostosa sobre suas aventuras na Italia, India e Indonesia para literalmente comer, rezar e amar. Voces sabiam que os Balineses meditam sorrindo? Adorei isso!
FRIED GREEN TOMATOES - Fannie Flag
*** Uma leitura para melhorar o ingles e principalmente lembrar daquele lindo filme. O livro tambem eh muito bom! A vida deve ser vivida da forma mais linda possivel, devemos agradecer diariamente por todo esse aprendizado e dar valor a todos os detalhes que somente a vida pode nos oferecer. Pelo livro, vi que nao lembrava nada do filme, somente do Whistle Stop Cafe e, eh claro, dos Tomates Verdes Fritos. Falando neles, tive o prazer de delicia-los com a familia Max Fabiano, Flavinha, Felipe e Isabella. Tava uma delicia. Nesse dia almocamos no restaurante da Paula Deen, famosa nos EUA, e residente em Savannah, GA.
STILL ALICE - Lisa Genova
*** Ainda no intuito de melhorar o ingles. A autora eh doutora em neurociencia. A historia eh linda! Chorei inumeras vezes, mesmo sabendo que os personagens nao sao reais, apesar de tudo acontecer de verdade. Conta a historia de uma pessoa com Alzheimer detectado precocemente, ainda com 50 anos de idade. Nao sabia que essa doenca pode atingir pessoas mais novas, ate com 30 e 40 anos. E com esse livro parei para pensar em algo que me faz pirar.... acho que nunca havia parado pra pensar nisso. Nossos sentimentos sao ligados ao nosso cerebro?! A partir do momento que paramos de reconhecer as pessoas, os sentimentos que tinhamos por elas tambem passam a nao existir mais, pois essas pessoas passam a nao significar mais nada pra nos. Isso me deu realmente um no na cabeca!
Agora, meu novo empreendimento eh o livro do Barack Obama, THE AUDACITY OF HOPE. Minha leitura esta mais lenta agora. Estou bem no comeco, mas ta meio chatinho. Espero que melhore logo. Depois conto pra voces.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Exausta, mas feliz
Pensem numa mãe com 2 filhos. Um de três anos. Um de cinco meses.
Pensaram numa mãe feliz, não é? Acertaram!!!
Pensem numa mãe com os 2 filhos acima e com um marido viajando a trabalho, há 24 dias, e tendo que administrar tudo sozinha.
Pensaram numa mãe louca, não é? Acertaram de novo!!!
Domingo foi o retrato do caos: festinha de aniversário de um amiguinho do Arthur e lá vou eu de filhos "em punho", com uma bagagem fantástica a tiracolo, incluindo claro a sopa que o Marco começou a tomar tem uma semana.
É isso mesmo: eu, Arthur, Marco, presente, carrinho, sacola, guarda-chuva, casacos,pratinho,colherinha, babador, água-de-coco, chupetas, fraldas, trocador, lencinhos umedecidos, trocas de roupas, mordedores e, claro, uma ansiedade gigante do Arthur de ir para o pula-pula, sem esquecer do salto alto que a amiga de vocês resolveu ir a festa (claro que eu não podia me deixar de lado e fui linda em cima do salto).
Tudo ao mesmo tempo agora.
Festinha ao ar livre, com um céu negro prestes a desabar e com uma péssima noite de sono nas costas pelas crises de tosse consecutivas do mais velho e eis que ele, o mais velho, o Arthur, enxerga o pula-pula.
Sai desarvorado para pular, pular, pular.
E a mãe fica do lado de fora a quicar, quicar, quicar.
Entre um e outro.
Marco berra de fome. Hora da sopa.
Bem na hora do pula-pula.
E eu a vigiar um entre a lona e o céu e a mirar a colher na boca do outro...
Sempre a ouvir um berro que vem de lá: mãeeeeeeeeeeeeeeeee!!! Olha pra mim... Tô pulando muito... E o choro que vem de cá, como a dizer: põe essa colher logo na minha boca que você está demorando.
Naquele instante cheguei a me perguntar se algum dia iria de novo sozinha a uma festinha de aniversário com os dois. Será que sobreviveria?
E claro não parou por aí. Sempre a me dividir entre as necessidades de meus filhinhos lindos e a tentativa louca de travar algum diálogo com alguém.
Adivinhou quem disse que eu fiquei com as necessidades de meus filhinhos.
A conversa ficou para depois.
Aliás toda mãe fica para depois.
Depois da mamada, depois de trocar a fralda, depois do arroto, depois de colocar os babies na cama, depois de contar historinhas, depois deles dormirem, ufa.
Mas corre mãe.
Que daqui a pouco tem outra mamada...
E lá vamos nós, mães apaixonadas.
Bem, fim de festa.
Exausta, mas FELIZ!
Missão cumprida. Arthur encantado com a diversão
e Marco embevecido com o mundinho que se descortina sob seus olhos.
É claro que vale a pena.
Sempre vale.
Beijo em homenagem às mães do diablogar de plantão.
P.S.: Que falta faz uma babá de fim-de-semana...
Pensaram numa mãe feliz, não é? Acertaram!!!
Pensem numa mãe com os 2 filhos acima e com um marido viajando a trabalho, há 24 dias, e tendo que administrar tudo sozinha.
Pensaram numa mãe louca, não é? Acertaram de novo!!!
Domingo foi o retrato do caos: festinha de aniversário de um amiguinho do Arthur e lá vou eu de filhos "em punho", com uma bagagem fantástica a tiracolo, incluindo claro a sopa que o Marco começou a tomar tem uma semana.
É isso mesmo: eu, Arthur, Marco, presente, carrinho, sacola, guarda-chuva, casacos,pratinho,colherinha, babador, água-de-coco, chupetas, fraldas, trocador, lencinhos umedecidos, trocas de roupas, mordedores e, claro, uma ansiedade gigante do Arthur de ir para o pula-pula, sem esquecer do salto alto que a amiga de vocês resolveu ir a festa (claro que eu não podia me deixar de lado e fui linda em cima do salto).
Tudo ao mesmo tempo agora.
Festinha ao ar livre, com um céu negro prestes a desabar e com uma péssima noite de sono nas costas pelas crises de tosse consecutivas do mais velho e eis que ele, o mais velho, o Arthur, enxerga o pula-pula.
Sai desarvorado para pular, pular, pular.
E a mãe fica do lado de fora a quicar, quicar, quicar.
Entre um e outro.
Marco berra de fome. Hora da sopa.
Bem na hora do pula-pula.
E eu a vigiar um entre a lona e o céu e a mirar a colher na boca do outro...
Sempre a ouvir um berro que vem de lá: mãeeeeeeeeeeeeeeeee!!! Olha pra mim... Tô pulando muito... E o choro que vem de cá, como a dizer: põe essa colher logo na minha boca que você está demorando.
Naquele instante cheguei a me perguntar se algum dia iria de novo sozinha a uma festinha de aniversário com os dois. Será que sobreviveria?
E claro não parou por aí. Sempre a me dividir entre as necessidades de meus filhinhos lindos e a tentativa louca de travar algum diálogo com alguém.
Adivinhou quem disse que eu fiquei com as necessidades de meus filhinhos.
A conversa ficou para depois.
Aliás toda mãe fica para depois.
Depois da mamada, depois de trocar a fralda, depois do arroto, depois de colocar os babies na cama, depois de contar historinhas, depois deles dormirem, ufa.
Mas corre mãe.
Que daqui a pouco tem outra mamada...
E lá vamos nós, mães apaixonadas.
Bem, fim de festa.
Exausta, mas FELIZ!
Missão cumprida. Arthur encantado com a diversão
e Marco embevecido com o mundinho que se descortina sob seus olhos.
É claro que vale a pena.
Sempre vale.
Beijo em homenagem às mães do diablogar de plantão.
P.S.: Que falta faz uma babá de fim-de-semana...
domingo, 15 de março de 2009
A primeira vez a gente nunca esquece...
Sorry, Olivetto, mas eu precisei plagiar o titulo deste post.
Meninas, ontem eu comi ESCARGOT pela primeira vez e sobrevivi para contar. Eu sei, eu sei, nao eh "fino" a gente ficar analisando comida tida como chique, mas sou eu, a Re, que esta aqui relatando este fato para voces. E nao eh que eu nao seja "fina" (eu sou, eu juro!), mas na intimidade a gente pode contar a verdade, ne?
Pois bem. Eu sou boa de garfo, nao tenho maiores frescuras - apesar de ser um tanto exigente com comida - mas confesso que jamais pensei que fosse experimentar uma iguaria como esta. Mas ontem fomos convidados para uns drinks (chique, ne?) na casa de uns amigos aqui mesmo onde moramos. Um casal franco-americano. E chegando la tinha uma entradinha muito linda, um brioche recheado com pesto e alho e uma "bolotinha" meio suspeita, apesar de bem discreta.
De cara nao tive mas intencoes. Na verdade, estava tirando a entradinha da mao da Gabi (nada fino) e a amiga, francesa, me avisou que ela poderia nao gostar por se tratar de escargot. Salivei (e nao foi de vontade de comer). E comecamos a falar sobre comer ou nao comer "aquilo". Abertamente, todos expuseram suas impressoes sobre o pobre molusco.
Como eu as vezes funciono ao contrario do que se espera, anunciei em alto e bom som que sim, eu iria provar a comidinha, tao bonitinha. O filho da anfitria - um avido comedor de lesma - foi buscar a camera para documentar o acontecimento. Pensei : nao posso retroceder agora!
A dona da casa, muito gentil, me avisou que a cozinha era logo ali e que eu nao me sentisse constrangida caso eu nao gostasse do petisco.
Ok, imaginem a cena: todos na sala (umas 6 pessoas) olhando pra mim, um menino de 8 anos apontando a camera fotografica para mim, esperando um gesto de nojo para documentar. E eu ali, olhando para o brioche recheado e o brioche recheado olhando pra mim. Nao, eu nao coloquei tudo na boca de uma vez e "virei" o copo com vinho. Eu me torturei. Eu fui tirando pedacinho por pedacinho, esperando a vez de degustar o temido ingrediente.
Gente, vamos logo ao que interessa: eu comi tudo, estava bem gostoso e pra dizer a verdade, se eu nao soubesse do que se tratava, talvez pensasse que o recheio fosse de champignon. Nao, nao tinha gosto de frango. Tinha um sabor bem delicado.
Gostei!
(e me senti uma vitoriosa, com vontade de contar pra todo mundo que SIM, eu ja comi escargot!)
Meninas, ontem eu comi ESCARGOT pela primeira vez e sobrevivi para contar. Eu sei, eu sei, nao eh "fino" a gente ficar analisando comida tida como chique, mas sou eu, a Re, que esta aqui relatando este fato para voces. E nao eh que eu nao seja "fina" (eu sou, eu juro!), mas na intimidade a gente pode contar a verdade, ne?
Pois bem. Eu sou boa de garfo, nao tenho maiores frescuras - apesar de ser um tanto exigente com comida - mas confesso que jamais pensei que fosse experimentar uma iguaria como esta. Mas ontem fomos convidados para uns drinks (chique, ne?) na casa de uns amigos aqui mesmo onde moramos. Um casal franco-americano. E chegando la tinha uma entradinha muito linda, um brioche recheado com pesto e alho e uma "bolotinha" meio suspeita, apesar de bem discreta.
De cara nao tive mas intencoes. Na verdade, estava tirando a entradinha da mao da Gabi (nada fino) e a amiga, francesa, me avisou que ela poderia nao gostar por se tratar de escargot. Salivei (e nao foi de vontade de comer). E comecamos a falar sobre comer ou nao comer "aquilo". Abertamente, todos expuseram suas impressoes sobre o pobre molusco.
Como eu as vezes funciono ao contrario do que se espera, anunciei em alto e bom som que sim, eu iria provar a comidinha, tao bonitinha. O filho da anfitria - um avido comedor de lesma - foi buscar a camera para documentar o acontecimento. Pensei : nao posso retroceder agora!
A dona da casa, muito gentil, me avisou que a cozinha era logo ali e que eu nao me sentisse constrangida caso eu nao gostasse do petisco.
Ok, imaginem a cena: todos na sala (umas 6 pessoas) olhando pra mim, um menino de 8 anos apontando a camera fotografica para mim, esperando um gesto de nojo para documentar. E eu ali, olhando para o brioche recheado e o brioche recheado olhando pra mim. Nao, eu nao coloquei tudo na boca de uma vez e "virei" o copo com vinho. Eu me torturei. Eu fui tirando pedacinho por pedacinho, esperando a vez de degustar o temido ingrediente.
Gente, vamos logo ao que interessa: eu comi tudo, estava bem gostoso e pra dizer a verdade, se eu nao soubesse do que se tratava, talvez pensasse que o recheio fosse de champignon. Nao, nao tinha gosto de frango. Tinha um sabor bem delicado.
Gostei!
(e me senti uma vitoriosa, com vontade de contar pra todo mundo que SIM, eu ja comi escargot!)
sexta-feira, 6 de março de 2009
Para vocês, minhas amigas
Gente,
Quando eu era pequena, acreditava no conceito de uma melhor amiga.
Depois, como mulher, descobri que se você permitir que seu coração se abra, você encontrará o melhor em muitas amigas.
É preciso uma amiga quando você está com problemas com seu homem. É preciso outra amiga quando você está com problemas com sua mãe. Uma outra quando você quer fazer compras, compartilhar, curar, ferir, brincar ou apenas ser. 
Mas onde quer que ela se encaixe em sua vida, independente da ocasião, do dia ou de quando você precisa, seja com seus tênis e cabelos presos, ou para impedir que você faça uma loucura... todas essas são suas melhores amigas.

Recebi da Lili e adorei!! Como ela ainda não está conseguindo acessar o nosso blog, resolvi postar aqui. Achei muito lindo, muito pertinente e perfeito para uma mensagem pelo Dia Internacional da Mulher.
E viva nós!!!
*************************************
Quando eu era pequena, acreditava no conceito de uma melhor amiga.
Depois, como mulher, descobri que se você permitir que seu coração se abra, você encontrará o melhor em muitas amigas.
É preciso uma amiga quando você está com problemas com seu homem. É preciso outra amiga quando você está com problemas com sua mãe. Uma outra quando você quer fazer compras, compartilhar, curar, ferir, brincar ou apenas ser. 
Uma amiga dirá 'vamos orar', uma outra 'vamos chorar', outra 'vamos lutar' outra 'vamos fugir'. Uma amiga atenderá às suas necessidades espirituais, uma outra à sua loucura por sapatos, uma outra à sua paixão por filmes, outra estará com você em seus períodos confusos, outra será a luz e uma outra será o vento sob suas asas.
Mas onde quer que ela se encaixe em sua vida, independente da ocasião, do dia ou de quando você precisa, seja com seus tênis e cabelos presos, ou para impedir que você faça uma loucura... todas essas são suas melhores amigas.

Elas podem ser concentradas em uma única mulher ou em várias... uma do ginásio, uma do colegial, várias dos anos de faculdade, algumas de antigos empregos, algumas da igreja, outras do grupo de canto coral, em alguns dias sua mãe, em alguns dias sua vizinha, em outros suas irmãs, e em outros suas filhas. Assim, podem ter sido 20 minutos ou 20 anos o tempo que essas mulheres passaram e fizeram a diferença em sua vida.
Obrigada a todas que fazem parte do meu círculo de mulheres maravilhosas que fizeram e ainda fazem a diferença em minha vida.
quarta-feira, 4 de março de 2009
INÍCIO
Então mais um início.
Mais um princípio.
Mais uma vez essas mulheres poderosas
querendo falar, escrever, versar, diablogar.
E viva nosso ponto-de-encontro.
Nossa terapia em conjunto.
E assim seguimos em frente,
coração nos olhos...
Mais um princípio.
Mais uma vez essas mulheres poderosas
querendo falar, escrever, versar, diablogar.
E viva nosso ponto-de-encontro.
Nossa terapia em conjunto.
E assim seguimos em frente,
coração nos olhos...
segunda-feira, 2 de março de 2009
Vinte Anos
Queridas amigas,
Um lembrete carinhoso à todas vocês que acompanham essa história desde o início - a minha história. Hoje, dia 02 de março de 2009, Henrique e eu estamos comemorando 20 anos de namoro!!
;)
Um beijo da Rê
Um lembrete carinhoso à todas vocês que acompanham essa história desde o início - a minha história. Hoje, dia 02 de março de 2009, Henrique e eu estamos comemorando 20 anos de namoro!!
;)
Um beijo da Rê
domingo, 1 de março de 2009
Amadeus
Vinte e cinco anos depois, finalmente consegui assistir Amadeus. Isso mesmo, aquele filme de 1984 que contava um pouco da vida de Mozart. Adorei! Lembro que na epoca em que estava em cartaz nos cinemas, tentei ir duas vezes com uma amiga mas o Atlantida estava sempre lotado. Ate mesmo as sessoes seguintes ja estavam esgotadas. Depois de um tempo tentando, desisti e acabei me esquecendo do filme. E outro dia, conversando com o Henrique, tocamos no assunto e resolvemos aluga-lo. Ele conseguiu ver no cinema, na epoca.
Durante o filme, um pensamento me veio a cabeca: sera que se vivesse nos dias de hoje, Mozart teria seu talento reconhecido em vida? Com tanta gente "se achando" e conseguindo seus 15 minutos de fama na midia por qualquer porcaria que consiga chamar a atencao dos menos exigentes, sera que ele, um mestre de verdade, conseguiria tambem? E sera que seria convidado para o Castelo ou a Ilha de Caras? Ou seria daquelas celebridades mais reclusas e esquentadinhas, que dariam porrada nos paparazzi? Meus pensamentos foram longe e cheguei a me divertir com eles.
Estranho ver como genios, como Mozart, nao conseguiram usufruir de seu talento ou sucesso em vida. Ele e outros grandes, como Beethoven, Van Gogh e por ai vai, morreram na miseria, mal vistos e mal falados (com ou sem hifen, nao sei mais). Mozart mesmo chegou a ser enterrado em vala comum. Um absurdo!
Falando em filmes, outro dia vimos tambem aqui em casa Mamma Mia. Lembro que quando ouvi falar que Meryl Streep e Pierce Brosnan iriam fazer um musical, torci o nariz. Poxa, nao tem nada a ver com eles. E eu nao sou fa de musical, acho bem chatinho. Mas, como o bochicho foi grande, resolvi alugar o tal filme. Para minha surpresa, nao sei em que momento isso aconteceu - se foi numa das cenas com o mar absurdamente azul da Grecia ou numa das musicas do Abba (sim eu confesso, eu ADORO o ABBA) - que eu comecei a adorar o musical. Cheguei ate a me emocionar numa das cenas, imaginando o dia do casamento da Tati... Fico feliz quando isso acontece; quando um filme despretensioso me agrada e chega a me deixar com a trilha sonora na cabeca por varios dias. Recomendo!
E voces, o que tem visto de bom por ai?
Durante o filme, um pensamento me veio a cabeca: sera que se vivesse nos dias de hoje, Mozart teria seu talento reconhecido em vida? Com tanta gente "se achando" e conseguindo seus 15 minutos de fama na midia por qualquer porcaria que consiga chamar a atencao dos menos exigentes, sera que ele, um mestre de verdade, conseguiria tambem? E sera que seria convidado para o Castelo ou a Ilha de Caras? Ou seria daquelas celebridades mais reclusas e esquentadinhas, que dariam porrada nos paparazzi? Meus pensamentos foram longe e cheguei a me divertir com eles.
Estranho ver como genios, como Mozart, nao conseguiram usufruir de seu talento ou sucesso em vida. Ele e outros grandes, como Beethoven, Van Gogh e por ai vai, morreram na miseria, mal vistos e mal falados (com ou sem hifen, nao sei mais). Mozart mesmo chegou a ser enterrado em vala comum. Um absurdo!
Falando em filmes, outro dia vimos tambem aqui em casa Mamma Mia. Lembro que quando ouvi falar que Meryl Streep e Pierce Brosnan iriam fazer um musical, torci o nariz. Poxa, nao tem nada a ver com eles. E eu nao sou fa de musical, acho bem chatinho. Mas, como o bochicho foi grande, resolvi alugar o tal filme. Para minha surpresa, nao sei em que momento isso aconteceu - se foi numa das cenas com o mar absurdamente azul da Grecia ou numa das musicas do Abba (sim eu confesso, eu ADORO o ABBA) - que eu comecei a adorar o musical. Cheguei ate a me emocionar numa das cenas, imaginando o dia do casamento da Tati... Fico feliz quando isso acontece; quando um filme despretensioso me agrada e chega a me deixar com a trilha sonora na cabeca por varios dias. Recomendo!
E voces, o que tem visto de bom por ai?
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Inicio de um Diáblogo
Diablogar (verbo): Dialogar por meio de um blog. Falar ou escrever espontaneamente sobre qualquer assunto de interesse privado ou publico. Comunicar, encontrar, distrair, reclamar, criar, gritar, sonhar, pedir, ser e estar de forma real e virtual.
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